Rigidez cognitiva no autismo: caminhos para a inclusão e a flexibilidade pedagógica

dc.creatorRosângela Maria Matos de Novais
dc.date.accessioned2025-09-05T20:30:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:19:52Z
dc.date.available2025-09-05T20:30:45Z
dc.date.issued2025-07-12
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84953
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTranstorno do espectro autista
dc.subjectCognição nas crianças
dc.subjectEducação básica
dc.subjectEducação especial
dc.subject.otherTranstorno do espectro autista
dc.subject.otherCognição nas crianças
dc.titleRigidez cognitiva no autismo: caminhos para a inclusão e a flexibilidade pedagógica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Aline Cristina de Souza
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8368350078239701
local.description.resumoO Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por desafios persistentes na comunicação e interação social, além de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Dentre as características do TEA, a rigidez cognitiva e comportamental destaca-se, manifestando-se como uma intensa dificuldade em flexibilizar pensamentos e ações, apego a rotinas e resistência a mudanças, mesmo pequenas. Essa rigidez afeta diretamente a capacidade de adaptação do indivíduo a novos ambientes e situações, impactando significativamente seu processo de aprendizagem e interações sociais. O estudo teve como objetivo compreender a rigidez cognitiva apresentada por um estudante com diagnóstido de TEA, bem como identificar possibilidades interventivas, a fim de minimizar impactos para o seu desenvolvimento acadêmico. Diante do exposto, este estudo caracteriza-se como qualitativo, descritivo e exploratório. O instrumento utilizados foi um diário de campo, produzido pela pesquisadora ao longo do ano letivo, com observações sistemáticas do aluno em sala de aula e em outros espaços escolares relevante. Os resultados apontam que a rotina estruturada, apresentada de forma visual e consistente, foi crucial para reduzir a ansiedade do aluno e a frequência de comportamentos rígidos. A execução de atividades estruturadas, com etapas claras e materiais previsíveis, facilitou o engajamento. A introdução gradual de pequenas variações em jogos e o uso de tecnologias interativas, com mediação, demonstraram potencial para estimular a flexibilidade. A negociação e o diálogo, embasados na previsibilidade, emergiram como ferramentas fundamentais para auxiliar o aluno a aceitar mudanças. A pesquisa possibilitou visualizar que o manejo da rigidez cognitiva em alunos com TEA requer um olhar atento às suas necessidades de previsibilidade, aliado a estratégias pedagógicas intencionais que promovam a flexibilização de forma gradual e contextualizada.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Formação de Educadores Para a Educação Básica

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