Não tentem parar as imagens

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Artigo de periódico

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Don't try to stop the images

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Selecionamos dois momentos da trajetória do fotógrafo Pio Figueiroa para discutir um agir que acontece no espaço fluido das fronteiras da fotografia: a atuação no coletivo fotográfico Cia de Foto e o trabalho “O pior é infinito”, em desenvolvimento. O trânsito entre linguagens, o uso de apropriação e a formação de coletivos são práticas que questionam, politicamente, o lugar do fotógrafo e os limiares da fotografia na produção contemporânea. Falas do próprio artista e escritos de Jacques Rancière – e outros autores – são acionados na discussão sobre quem fala, sobre os modos de produção e circulação de imagens nas práticas analisadas.

Abstract

We selected two moments in the trajectory of the photographer Pio Figueiroa to discuss an action that takes place in the fluid space of the borders of photography: his performance in the photographic collective Cia de Foto and the work “O pior é infinito” (The worst is infinite), under development. The transit between languages, the use of appropriation and the formation of collectives are practices that question, politically, the place of the photographer/author and the limits of photography in contemporary production. The artist's own speeches and the writings of Jacques Rancière – and other authors – are used in the discussion about who speaks, about the modes of production and circulation of images in the analyzed practices.

Assunto

Figueiroa, Pio, Fotógrafos brasileiros, Fotografia

Palavras-chave

Fotografia, Coletivo fotográfico contemporâneo, Apropriação, Pio Figueiroa

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