Não tentem parar as imagens

dc.creatorEduardo Queiroga
dc.date.accessioned2023-11-08T16:08:31Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:49:35Z
dc.date.available2023-11-08T16:08:31Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractWe selected two moments in the trajectory of the photographer Pio Figueiroa to discuss an action that takes place in the fluid space of the borders of photography: his performance in the photographic collective Cia de Foto and the work “O pior é infinito” (The worst is infinite), under development. The transit between languages, the use of appropriation and the formation of collectives are practices that question, politically, the place of the photographer/author and the limits of photography in contemporary production. The artist's own speeches and the writings of Jacques Rancière – and other authors – are used in the discussion about who speaks, about the modes of production and circulation of images in the analyzed practices.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.29146/ecops.v25i2.27821
dc.identifier.issn2175-8689
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60644
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Eco-Pós
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFigueiroa, Pio
dc.subjectFotógrafos brasileiros
dc.subjectFotografia
dc.subject.otherFotografia
dc.subject.otherColetivo fotográfico contemporâneo
dc.subject.otherApropriação
dc.subject.otherPio Figueiroa
dc.titleNão tentem parar as imagens
dc.title.alternativeDon't try to stop the images
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage358
local.citation.issue2
local.citation.spage337
local.citation.volume25
local.description.resumoSelecionamos dois momentos da trajetória do fotógrafo Pio Figueiroa para discutir um agir que acontece no espaço fluido das fronteiras da fotografia: a atuação no coletivo fotográfico Cia de Foto e o trabalho “O pior é infinito”, em desenvolvimento. O trânsito entre linguagens, o uso de apropriação e a formação de coletivos são práticas que questionam, politicamente, o lugar do fotógrafo e os limiares da fotografia na produção contemporânea. Falas do próprio artista e escritos de Jacques Rancière – e outros autores – são acionados na discussão sobre quem fala, sobre os modos de produção e circulação de imagens nas práticas analisadas.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9063-6704
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - DEPARTAMENTO DE FOTOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG

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