Avaliação da cobertura vacinal em crianças de 0-4 anos, residentes no município de Belo Horizonte no ano de 1990

dc.creatorMaria Isabel Sampaio Aranha
dc.date.accessioned2019-08-09T18:22:37Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:40:34Z
dc.date.available2019-08-09T18:22:37Z
dc.date.issued1990-12-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8PHNVX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVacinação de crianças Belo Horizonte(MG)
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.subject.otherEpidemiologia
dc.titleAvaliação da cobertura vacinal em crianças de 0-4 anos, residentes no município de Belo Horizonte no ano de 1990
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Elvio Carlos Moreira
local.contributor.referee1Rabindranath Loyola Contreras
local.contributor.referee1Mirian Lacerda Flores
local.contributor.referee1Paulo Roberto Rey Costa
local.description.resumoRealizou-se, no município de Belo Horizonte, um inquérito domiciliar por amostragem, para avaliar a cobertura vacinal alcançada por ocasião da 1ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite no ano de 1990, bem como a cobertura de rotina do programa de imunização neste mesmo ano. Considerou-se como universo de estudo, as crianças menores de cinco anos de idade residentes no município, priorizando as duas faixa-etárias determinadas pelo Programa Nacional de Imunização, menores de 1 ano e 1 a 4 anos.Selecionou-se a amostra segundo o método de amostragem por conglomerados. Para o cálculo da cobertura vacinal alcançada porocasião da Campanha, trabalhou-se com informações verbais fornecidas por pessoa responsável pela criança. Para o cálculo das coberturas vacinais de rotina trabalhou-se com duas categorias de informação: comprovadas e verbais. As coberturas vacinais encontradas para a 1ª etapa da Campanha e seus respectivos intervalos de confiança, foram: crianças menores de um ano; 82,74% +/- 3,9% e crianças de 1 |-| 4 a Para o cálculo das coberturas vacinais de rotina trabalhou-se com duas categorias de informação: comprovadas everbais. As coberturas vacinais encontradas para a 1ª etapa da Campanha e seus respectivos intervalos de confiança, foram: crianças menores de um ano; 82,74% +/- 3,9% e crianças de 1 | - | 4 anos, 93,91% +/- 1,3%. As coberturas vacinais de rotina, consideradas asduas categorias de informação com os respectivos intervalos de confiança foram crianças menores da um ano, BCG.I.D: 87,95% +/- 3,3%; Sabin: 66,16% +/- 6,6%; DPT: 64,14% +/- 6,7% e Anti - Saramp0: 61,86% +/- 9,7%. Crianças de 1 a 4 anos: BCG.I.D: 95,10% +/- 1,1%; Sabin: 92,20% +/- 1,4%; DPT: 92,42% +/- 1,4% e Anti-Sarampo: 92,05% +/- 1,4%. As diferenças percentuais encontradas para a 1ª etapa da Campanha e para a rotina foram estatisticamente significativas quando comparadas aos dados administrativos (p < 0,05), com exceção da vacina anti-sarampo quando considerou-se apenas as informações comprovadas. A taxa de abandono para as crianças menores de umano foi de aproximadamente 56%; e para as crianças da 1 | - | 4 anos, aproximadamente 4,0%. Verificou-se que o esquema básico de vacinação tem .sido comp1etado por volta dos dois anos de idade pelascrianças do município. Os motivos alegados para o descumprimento docalendário vacinal foram, nas crianças menores de um ano: - falta de vacinas (29,03%); - criança doente (25,81%); - esquecimento (19,35%),e nas crianças de 1 | - | 4 anos: - esquecimento (41,13%); - criança doente (9,81%); - falta de vacina (9,43%). Concluiu-se que: 1. A 1ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite atingiu os percentuais preconizados para a erradicação na faixa etária de 1 | - | 4 anos, ficando aquém do recomendado no grupo < 1 ano, mesmo quando considerou- se o limite superior do intervalo de confia nça.2. 0 esquema básico de vacinação recomendado pelo P.N.I. não alcançou as coberturas preconizadas na faixa etária de < 1 ano, excetuando para a vacina BCG. 3. As coberturas de vacinação na faixa etária de 1 | - | 4 anos atingiram as metas preconizadas pelo P.N.I. para as vacinas BCG e DPT quando considerou-se as informações comprovadas pelo cartão, e, para BCG, DPT e Sabin quando trabalhou-se com informações comprovadas e verbais. 4. Encontrou-se diferenças estatisticamente significativas entre os resultados de cobertura administrativa da 1ª etapa da Campanha e aqueles obtidos pelo inquérito. 5. Foram também significativas as diferenças de cobertura vacinal de rotina em menores de um ano quando se comparou o método administrativo com os dados do inquérito, com exceção da vacina anti-sarampo, quando considerou-se apenas as informações comprovadas pelo cartão. 6. A taxa de abandono de vacinas revelou-se exageradamente alta para os menores de um ano e média para as crianças de 1 |-| 4 anos.
local.publisher.initialsUFMG

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