Estado, Dialética e Revoluções - inquirições sobre a tríade espiral da Modernidade
| dc.creator | Carola Maria Marques de Castro | |
| dc.date.accessioned | 2020-01-14T17:26:59Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:59:17Z | |
| dc.date.available | 2020-01-14T17:26:59Z | |
| dc.date.issued | 2017-08-22 | |
| dc.description.abstract | The present dissertation sought in a historical-philosophical reflection, to reconstruct the spirit of the Revolutionary State of modernity, in an attempt to understand the post-revolutionary State and sketch a possible Revolution in the current historical process. In the Age of Reason-modernity, Revolutions the proliferate, marking in the development of history man as subject of rights, as a reflection of the path of freedom of this and also as a contingency of history itself. These Revolutions were consolidated through the moment of denial known as Terror, a path capable of bringing the dialectical recomposition of the post-revolutionary State, which structures a mediation organization, through a legal-political framework that delimits power and rebuilds the citizen; Reinvents Democracy; Effective ethical maximum by the declaration of fundamental rights, but in a brief historical space is envisaged by poiethical State, returning the place of prominence to the subject, and thus begins to provoke a rupture of the post-revolutionary state. The internal contradiction of the state itself, combined with the consequences of the poiethical, makes the effectiveness of the ethical maximum impossible, and makes it a catalyst that leads to the exhaustion of the Democratic Rule of Law. In this line of reasoning is a concept of the present State possible? Whereas the present is the imminent breakdown of the Rule of Law? Is it still possible to think of revolution in the present State? | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/31865 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Direito – Filosofia | |
| dc.subject | Estado | |
| dc.subject | Revoluções | |
| dc.subject | Dialética | |
| dc.subject.other | Estado | |
| dc.subject.other | Revolução | |
| dc.subject.other | Dialética | |
| dc.subject.other | Cisão | |
| dc.title | Estado, Dialética e Revoluções - inquirições sobre a tríade espiral da Modernidade | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | José Luiz Borges Horta | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/3280349700985398 | |
| local.contributor.referee1 | Joaquim Carlos Salgado | |
| local.contributor.referee1 | Philippe Oliveira de Almeida | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/1734285668027454 | |
| local.description.resumo | A Dissertação que se apresenta buscou em uma reflexão histórico-filosófica, reconstruir o espírito do Estado Revolucionário da modernidade, na tentativa de compreender o Estado pós-revolucionário e esboçar uma Revolução possível no processo histórico atual. Na Era da Razão- modernidade, as Revoluções proliferam, marcando no desenvolvimento da História o homem como sujeito de direitos, como reflexo do caminhar da liberdade deste e também como contingência da própria História. Estas Revoluções se consolidaram através do momento de negação conhecido como Terror, um caminho capaz de levar a recomposição dialética do Estado pós momento revolucionário, que estrutura uma organização de mediatização, através de um arcabouço jurídico-político que delimita o poder e reconstrói o cidadão; reinventa á Democracia; efetiva o maximum ético pela declaração dos direitos fundamentais, mas em um breve espaço histórico se envereda pelo Estado poiético, devolvendo o lugar de destaque ao sujeito, e assim começa a provocar uma aparente ruptura do Estado pós-revolucionário. A contradição interna do próprio Estado, aliada as consequências do poiético, inviabiliza de certa forma á efetivação do próprio maximum ético, e tornando um catalisador que leva ao esgotamento do Estado Democrático de Direito. Nesta linha de raciocínio é possível um conceito do Estado presente? Considerando que o presente é a aparente ruptura do Estado de Direito? Ainda é possível pensar em revolução no Estado presente? | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | DIREITO - FACULDADE DE DIREITO | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Direito |