Avallação da provtsão de serviços ecossistemicos [manuscrtto]: aplicação dos conceltos e levantamento da capacidade de estabiização do carbono por diferentes solos braslleiro

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Tese de doutorado

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Caroline Delpupo Souza
Marcio Rocha Francelino
Marcos Gervásio Pereira
Frederico Wagner de Azevedo Lopes
Cristiane Valéria de Oliveira

Resumo

Os Serviços Ecossistêmicos (SE) constituem benefícios essenciais derivados do funcionamento dos ecossistemas naturais e, desde a Avaliação Ecossistêmica do Milênio (2005), ganharam destaque em temas como políticas públicas, mercados financeiros e agendas internacionais. Contudo, ainda hoje persistem desafios conceituais e classificatórios que limitam a aplicação prática do conceito e a efetividade de instrumentos como o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Nesse cenário, os solos se destacam como elemento estratégico por prover múltiplos SE, especialmente serviços relacionados ao carbono, uma vez que o estoque de carbono orgânico no solo é apontado como estratégia de mitigação das mudanças climáticas. Estudos recentes evidenciam que solos como Latossolos, Nitossolos e Argissolos possuem maior capacidade de estabilização de carbono (CECARB), configurando áreas prioritárias para investimentos em PSA voltados à mitigação das mudanças climáticas, enquanto Neossolos, Espodossolos e Planossolos apresentam menor CECARB e consequentemente se caracterizam como áreas de maior vulnerabilidade ou potenciais para emissões. Nesse sentido, a integração dos atributos edáficos nas avaliações de SE, por meio de sistemas taxonômicos como o SiBCS, associada à padronização conceitual proposta por classificações internacionais como a CICES, é essencial para reduzir incertezas, fortalecer a relação solo-ecossistema e subsidiar políticas públicas. Assim, a adoção de abordagens unificadas e baseadas em evidências pode ampliar a clareza, objetividade e transparência na valoração dos SE, promovendo maior efetividade na implementação de esquemas de PSA e contribuindo para a conservação e uso sustentável dos recursos naturais em cenários de mudanças ambientais globais.

Abstract

Ecosystem Services (ES) constitute essential benefits derived from the functioning of natural ecosystems and, since the Millennium Ecosystem Assessment (2005), have gained prominence in areas such as public policies, financial markets, and international agendas. However, conceptual and classificatory challenges still persist, limiting the practical application of the concept and the effectiveness of instruments such as Payments for Ecosystem Services (PES). In this context, soils stand out as a strategic element by providing multiple ES, particularly those related to carbon, given that soil organic carbon stocks are recognized as a key strategy for mitigating climate change. Recent studies demonstrate that soils such as Oxisols, Nitisols, and Ultisols exhibit greater carbon stabilization capacity (CECARB in portuguese), thereby constituting priority areas for PES investments aimed at climate change mitigation, whereas Entisols, Spodosols, and Planosols show lower CECARB and consequently are characterized as more vulnerable areas or potential sources of emissions. Thus, the integration of edaphic attributes into ES assessments, through taxonomic systems such as the Brazilian Soil Classification System (SiBCS in portuguese), combined with conceptual standardization proposed by international classifications such as CICES, is essential to reduce uncertainties, strengthen the soil–ecosystem relationship, and support public policies. Accordingly, the adoption of unified, evidence-based approaches can enhance clarity, objectivity, and transparency in the valuation of ES, thereby promoting greater effectiveness in the implementation of PES schemes and contributing to the conservation and sustainable use of natural resources in the context of global environmental change.

Assunto

Pagamentos por serviços amblental, Carbono, Solos - Teor de compostos orgânicos

Palavras-chave

Serviços ecossistêmicos, Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), Classificação Internacional Comum de Serviços Ecossistêmicos (CICES), Carbono, Solos brasileiros

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