A Estrutura de Financiamento das Empresas Brasileiras de Capital Aberto: Uma Avaliação Empírica de Novas Proposições Teóricas
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Aureliano Angel Bressan
Luiz Alberto Bertucci
Fernanda Finotti Cordeiro Perobelli
Luiz Alberto Bertucci
Fernanda Finotti Cordeiro Perobelli
Resumo
O presente trabalho busca analisar a relação entre a estrutura de capital, a valores contábil e de mercado, e vários dos seus determinantes, com base em um modelo dinâmico de trade-off proposto por Flannery e Rangan (2006), o qual possibilita à empresa ajustar, se quiser, parte do gap existente entre a sua estrutura atual e a estrutura ótima a cada período. Para isso, foi avaliada uma amostra de 72 empresas brasileiras de capital aberto, entre os anos de 2000 e 2005, a partir de um modelo de regressão de dados em painel dinâmico, utilizando-se a técnica de mínimos quadrados de dois estágios (2SLS), com o uso de variáveis instrumentais e correção para heterocedasticidade. As variáveis de análise baseiam-se nas quatro principais teorias sobre a decisão de estrutura de capital: trade-off (estático e dinâmico), pecking order, momento de mercado e inércia gerencial. Os resultados para o prazo de um ano sugerem uma grande relevância dos atributos de lucratividade, tangibilidade e oportunidades de investimento com VPL positivo. Além disso, revelam que a empresa ajusta em torno de 40% a 50% do gap para o endividamento ótimo e 40% dos efeitos do desempenho acionário. Entretanto, a tendência de realização de ajustes não persiste no longo prazo, sugerindo uma possível má especificação dos modelos de trade-off no Brasil
Abstract
Assunto
Financiamento, Administração, Administração financeira
Palavras-chave
inércia gerencial, momento de mercado, estrutura de capital, modelos de trade-off, pecking order