A Estrutura de Financiamento das Empresas Brasileiras de Capital Aberto: Uma Avaliação Empírica de Novas Proposições Teóricas

dc.creatorFlavio Dias Rocha
dc.date.accessioned2019-08-09T22:47:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:51:34Z
dc.date.available2019-08-09T22:47:36Z
dc.date.issued2007-02-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/CSPO-6ZQH86
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFinanciamento
dc.subjectAdministração
dc.subjectAdministração financeira
dc.subject.otherinércia gerencial
dc.subject.othermomento de mercado
dc.subject.otherestrutura de capital
dc.subject.othermodelos de trade-off
dc.subject.otherpecking order
dc.titleA Estrutura de Financiamento das Empresas Brasileiras de Capital Aberto: Uma Avaliação Empírica de Novas Proposições Teóricas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Hudson Fernandes Amaral
local.contributor.referee1Aureliano Angel Bressan
local.contributor.referee1Luiz Alberto Bertucci
local.contributor.referee1Fernanda Finotti Cordeiro Perobelli
local.description.resumoO presente trabalho busca analisar a relação entre a estrutura de capital, a valores contábil e de mercado, e vários dos seus determinantes, com base em um modelo dinâmico de trade-off proposto por Flannery e Rangan (2006), o qual possibilita à empresa ajustar, se quiser, parte do gap existente entre a sua estrutura atual e a estrutura ótima a cada período. Para isso, foi avaliada uma amostra de 72 empresas brasileiras de capital aberto, entre os anos de 2000 e 2005, a partir de um modelo de regressão de dados em painel dinâmico, utilizando-se a técnica de mínimos quadrados de dois estágios (2SLS), com o uso de variáveis instrumentais e correção para heterocedasticidade. As variáveis de análise baseiam-se nas quatro principais teorias sobre a decisão de estrutura de capital: trade-off (estático e dinâmico), pecking order, momento de mercado e inércia gerencial. Os resultados para o prazo de um ano sugerem uma grande relevância dos atributos de lucratividade, tangibilidade e oportunidades de investimento com VPL positivo. Além disso, revelam que a empresa ajusta em torno de 40% a 50% do gap para o endividamento ótimo e 40% dos efeitos do desempenho acionário. Entretanto, a tendência de realização de ajustes não persiste no longo prazo, sugerindo uma possível má especificação dos modelos de trade-off no Brasil
local.publisher.initialsUFMG

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