Organizações erógenas e sexualidade: as casas de swing como locus de pesquisa nos estudos organizacionais
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
No âmbito da Administração, notadamente em sua vertente estrutural-funcionalista,
as organizações são comumente tomadas como construtos formais e analisadas sob
o prisma da objetividade em termos de produção e eficiência. Entretanto, diversos
estudiosos apontam para a importância de se estudar os aspectos subjetivos,
simbólicos e as práticas sociais que perpassam o cotidiano das organizações
(GAULEJAC, 2007). Nesse sentido, o objetivo deste ensaio é refletir acerca da
questão da sexualidade nas organizações, a partir da noção de organizações
erógenas, explorando como recorte a problemática das casas de swing. No plano
teórico, este artigo encontra-se ancorado no pensamento de Michel Foucault, que
em sua obra abordou uma diversidade de temas, dentre eles a questão do poder e da
sexualidade (FOUCAULT, 1987; 1988; 1998; 2000; 2008). No tocante à sua
relevância, este ensaio contribui ao problematizar uma dimensão fundamental para
o indivíduo (a sexualidade) tomando como pano de fundo as organizações, que
representam em nossa contemporaneidade espaços de socialização e de significação
centrais para os sujeitos. Paralelamente, busca-se evidenciar algumas possibilidades
de agenda que as organizações erógenas podem estimular no campo dos Estudos
Organizacionais.
Abstract
Assunto
Administração, Sexo
Palavras-chave
Organizações Erógenas, Sexualidade, Poder, Estudos Organizacionais