Mudanças intraministeriais e gestão da coalizão : Brasil, 1990 a 2014

dc.creatorRosiene Guerra de Andrade
dc.date.accessioned2024-04-11T18:28:43Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:47:14Z
dc.date.available2024-04-11T18:28:43Z
dc.date.issued2018-02-27
dc.description.abstractThis paper analyzes the changes in the internal structure of the ministries in the Brazilian Executive Branch between 1990 and 2014. Structural change means any process that culminates in the reorganization of the agencies at the second level of government, for example, creation, fusion, dismemberment, transfer of an agency from one ministry to another or to the presidency. The general argument is that in presidentialism of coalition, the president positions himself in a complex delegation network where he faces several agency costs and, to deal with this, has a toolbox to use. The literature points to some of these tools, however, the administrative power related to the structural dimension of the ministries is little explored. In this sense, the paper aims to contribute to this debate by addressing the following question: what factors influenced the structural changes in the ministries of the Brazilian executive in the years 1990 to 2014? Specifically, is administrative power a resource used by the president to deal with agency costs stemming from his relationship with coalition parties? Otherwise, what other factors may influence the president's decision to use such power. The longitudinal study is explanatory and uses a quantitative research approach. The results showed that the president cautiously uses his administrative power of agency design, strengthening the structures of the most salient ministries for his agenda and the more institutionalized ministries.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/67076
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectCiência política - Teses
dc.subjectPresidencialismo - Teses
dc.subjectCoalizão (Ciências sociais) - Teses
dc.subjectPoder executivo - Teses
dc.subject.otherPresidencialismo
dc.subject.otherCoalizão
dc.subject.otherPoder executivo
dc.subject.otherMudanças estruturais
dc.subject.otherMinistérios
dc.titleMudanças intraministeriais e gestão da coalizão : Brasil, 1990 a 2014
dc.title.alternativeIntra-ministerial changes and coalition management: Brazil, 1990 to 2014
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Magna Maria Inácio
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3137727272142712
local.contributor.referee1Bruno Pinheiro Wanderley Reis
local.contributor.referee1Ana Paula Karruz
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7730852792378408
local.description.resumoEste trabalho analisa as mudanças na estrutura interna dos ministérios no Poder Executivo brasileiro entre os anos de 1990 a 2014. Por mudança estrutural entende-se todo processo que culmina na reorganização dos órgãos ao nível do segundo escalão do governo, por exemplo, criação, fusão, desmembramento, transferência do órgão de um ministério para outro ou para a presidência. O argumento geral é que no presidencialismo de coalizão, o presidente se posiciona em uma complexa rede de delegação onde enfrenta diversos custos de agência e, para lidar com isso, dispõe de uma caixa de ferramentas a serem usadas. A literatura aponta para algumas dessas ferramentas, porém, pouco explora o poder administrativo, relacionado com a dimensão estrutural dos ministérios. Nesse sentido, o trabalho visa contribuir com esse debate ao endereçar a seguinte questão: quais fatores influenciaram as mudanças estruturais nos ministérios do Executivo brasileiro nos anos de 1990 a 2014? Especificamente, o poder administrativo é um recurso utilizado pelo presidente para lidar com os custos de agência decorrentes de sua relação com os partidos da coalizão? Caso contrário, quais outros fatores podem influenciar a decisão do presidente para utilizar tal poder. O estudo longitudinal é de caráter explicativo e utiliza uma abordagem quantitativa de pesquisa. Os resultados mostraram que o presidente utiliza com cautela seu poder administrativo de redesenho ministerial, fortalecendo as estruturas dos ministérios mais salientes para a sua agenda e dos ministérios mais institucionalizados.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Política

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