Cinética da colonização bucal por Candida spp. durante a corticoterapia tópica

dc.creatorThais dos Santos Fontes Pereira
dc.date.accessioned2019-08-09T22:41:41Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:07:00Z
dc.date.available2019-08-09T22:41:41Z
dc.date.issued2014-02-26
dc.description.abstractOral candidiasis is an important side effect of oral topical corticotherapy. The purpose of the present study is to assess oral mucosa colonization by 5 Candida species during topical corticotherapy and to investigate Candida spp. pathogenicity and in vitro susceptibility to fluconazole and amphotericin B. Oral swabbing samples from 11 symptomatic oral lichen planus patients were collected before (day 0) and at days 7 and 30 of topical corticotherapy. Conventional methods for identification and quantification of Candida species, quantitative PCR (qPCR), pathogenicity tests and in vitro susceptibility to fluconazole and amphotericin B assays were performed. Candida albicans was the most prevalent species in the oral mucosa during corticotherapy. Increased number of colony-forming units (CFU) and Candida albicans DNA copies were observed at day 30 of corticotherapy, despite no clinical evidence of candidiasis in any patient. CFU count of Candida species was less sensitive than qPCR, but both methods positively correlated. No resistance to fluconazole or amphotericin B was observed. Oral topical corticoid was associated with increase of Candida spp., in particular, C. albicans, in the oral cavity, independent of clinical manifestation of the disease.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9JWHHC
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCorticosteróides/uso terapêutico
dc.subjectCandida Albicans
dc.subjectAntifúngicos/uso terapêutico
dc.subjectReação em cadeia de polimerase
dc.subjectLíquen plano bucal
dc.subjectCandidíase bucal
dc.subject.otherCandida albicans
dc.subject.otherCandida spp
dc.subject.otherLíquen plano
dc.subject.otherCorticoide
dc.titleCinética da colonização bucal por Candida spp. durante a corticoterapia tópica
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Jeane de Fatima Correia Silva Alves
local.contributor.advisor-co1Maria Aparecia de Resende Stoianoff
local.contributor.advisor1Ricardo Santiago Gomez
local.contributor.referee1Renata Gonçalves de Resende
local.contributor.referee1Daniel de Assis Santos
local.description.resumoA candidíase bucal é uma importante alteração secundária à corticoterapia tópica bucal. O presente estudo tem o objetivo de avaliar a colonização bucal por cinco espécies de Candida durante a corticoterapia tópica e investigar a patogenicidade e a suscetibilidade in vitro ao fluconazol e à anfotericina B. Amostras de raspado bucal de 11 pacientes com líquen plano bucal (LPB) sintomático foram coletadas antes (dia 0), 7 e 30 dias após o início da corticoterapia. Métodos convencionais de identificação e quantificação de Candida spp., testes de patogenicidade e de susceptibilidade in vitro ao fluconazol e à anfotericina B e PCR em tempo real quantitativo (qPCR), foram realizados. C. albicans foi a espécie mais prevalente na mucosa oral durante a corticoterapia. Aumento do número de unidades formadoras de colônia (UFC) e de cópias de DNA de C. albicans foi observado até o dia 30, apesar de não haver evidências clínicas de candidíase em nenhum paciente neste intervalo. A contagem de UFC foi menos sensível que o qPCR, mas ambos os métodos correlacionaram positivamente. Não foi observada resistência ao fluconazol ou à anfotericina B. Corticoterapia tópica bucal foi associada ao aumento de Candida spp., principalmente C. albicans, na cavidade bucal, independentemente de manifestação clínica da doença.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
disserta__o.pdf
Tamanho:
2.9 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format