Percepção dos auditores externos acerca do risco operacional em cooperativas de crédito brasileiras

dc.creatorLeticia Matos Duarte
dc.date.accessioned2025-09-04T19:54:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:59:22Z
dc.date.available2025-09-04T19:54:26Z
dc.date.issued2020-01-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84887
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração
dc.subjectÃuditoria
dc.subject.otherRisco operacional
dc.subject.otherAuditoria externa
dc.subject.otherCooperativas
dc.subject.otherControles
dc.titlePercepção dos auditores externos acerca do risco operacional em cooperativas de crédito brasileiras
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Valéria Gama Fully Bressan
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0249079418500669
local.contributor.referee1Ewerton Alex Avelar
local.contributor.referee1Karla Luiza Costa Sabino
local.description.resumoConsidera-se que o gerenciamento do risco operacional ainda é um desafio para os órgãos de administração das cooperativas de crédito. Sendo assim, o objetivo geral deste estudo foi o verificar como os auditores percebem a questões ligadas ao risco operacional em cooperativas de crédito e se os controles internos utilizados por essas organizações são efetivos para a gestão e a mitigação do risco operacional. Os resultados foram levantados mediante a aplicação de questionários estruturados aos auditores da área técnica de uma Entidade de Auditoria Cooperativa – EAC estudada. A empresa estudada, (aqui chamada de Empresa X), trata-se de uma Entidade de Auditoria Cooperativa credenciada pelo Banco Central do Brasil para o exercício da atividade de auditoria cooperativa e auditoria externa. O questionário foi composto por 12 perguntas, respondidos no mês de dezembro de 2019 e janeiro de 2020. Entre os eventos de risco operacional nas cooperativas de crédito incluem-se: fraudes internas; fraudes externas; demandas trabalhistas; segurança deficiente do local de trabalho; entre outras ligadas ao cumprimento de prazos ou no gerenciamento das atividades da cooperativa. Como resultados apurou-se que o procedimento utilizado pelas singulares para gestão do risco operacional considerado mais importante para a mitigação de riscos em cooperativas de crédito, conforme apurado na pesquisa, é a fase de avaliação, mensuração/quantificação do risco, seguida do controle do risco. Os auditores indicaram que a incidência das maiores fraudes ocorrem internamente, como também demandas judiciais e nas falhas dos processos. Porém, quanto ao grau de incidência infere-se que todos os tipos de fraudes ocorrem com quase a mesma frequência nas cooperativas. Ao avaliar, sob o prisma profissional dos auditores, qual evento de risco operacional é o principal responsável pelas perdas operacionais, foi indicado que as falhas no processo de mapeamento e a identificação dos riscos pelas cooperativas são as principais causas das perdas operacionais seguido da ausência de divulgação adequada sobre os processos de gerenciamento de riscos. Por fim, ao analisar a percepção dos auditores, verificou-se que a maioria deles considera que as estruturas de gerenciamento de risco operacional implementadas nas cooperativas de crédito são satisfatórias.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFACE - FACULDADE DE CIENCIAS ECONOMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Controladoria e Contabilidade

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