Adverse neonatal outcomes: a hospital-based study

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Artigo de periódico

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Desfechos neonatais desfavoráveis: um estudo de base hospitalar

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Introduction: Unfavorable neonatal outcomes in newborns have been associated with excessive medicalization in prenatal care, delivery and birth. Objective: to analyze unfavorable neonatal outcomes in live births in a Brazilian municipality. Methods: cohort study, carried out in public and private maternity hospitals. The sample consisted of live births. The occurrence of prematurity, low birth weight, neonatal resuscitation, use of oxygen, mechanical ventilation, use of antibiotics, admission to the Intensive Care Unit and death were included as unfavorable outcomes. Explanatory models were extracted using logistic regression. Results:1088 newborns were evaluated, of which 32.7% had some unfavorable neonatal outcome, the most frequent being: resuscitation maneuvers, use of oxygen and prematurity. In the unfavorable neonatal outcome model, it was a risk factor, presenting clinical intercurrence during pregnancy, and protective factors, like having a health plan and prenatal card. In the model for neonatal death, the variables that expressed a significant association were gestational age, Apgar score below 7 at the 5th minute and location of prenatal care. Conclusion: the high occurrence of unfavorable neonatal outcomes is a challenge to be overcome and its prevention involves actions in the process of pregnancy and childbirth.

Abstract

INTRODUÇÃO: os desfechos neonatais desfavoráveis nos recém-nascidos têm sido associados à excessiva medicalização na atenção ao pré-natal, parto e nascimento. OBJETIVOS: analisar os desfechos neonatais desfavoráveis em nascidos vivos de um município brasileiro. MÉTODOS: estudo coorte, realizado em maternidades públicas e privadas. A amostra foi constituída por nascidos vivos. Foram incluídos como desfechos desfavoráveis, ocorrência de prematuridade, baixo peso ao nascer, reanimação neonatal, uso de oxigênio, ventilação mecânica, uso de antibiótico, internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e óbito. A extração dos modelos explicativos foi realizada por regressão logística. RESULTADOS: avaliaram-se 1088 recém-nascidos, dos quais 32,7% apresentaram algum desfecho neonatal desfavorável, sendo os mais incidentes: manobras de reanimação, uso de oxigênio e prematuridade. No modelo do desfecho neonatal desfavorável, foi fator de risco apresentar intercorrência clínica na gestação, e fatores protetores, possuir plano de saúde e cartão de pré-natal. No modelo para óbito neonatal, as variáveis que expressaram associação significativa foram a idade gestacional, Apgar menor que 7 no 5o minuto e local das condutas de pré-natal. CONCLUSÃO: alta ocorrência de desfechos neonatais desfavoráveis é um desafio a ser superado e sua prevenção perpassa por ações no processo da gravidez e parto.

Assunto

Recém-Nascido, Morbidade, Recém-Nascido Prematuro

Palavras-chave

Newborn, Prematurity, Low weight at birth, Morbidity, Cesarean

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https://rmmg.org/artigo/detalhes/4049

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