Adverse neonatal outcomes: a hospital-based study

dc.creatorJuliana Cristina Pereira
dc.creatorAssis do Carmo Pereira Júnior
dc.creatorEunice Francisca Martins
dc.creatorBráulio Roberto Gonçalves Marinho Couto
dc.creatorKleyde Ventura de Souza
dc.creatorEdna Maria Rezende
dc.date.accessioned2025-08-26T21:28:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:20:30Z
dc.date.available2025-08-26T21:28:38Z
dc.date.issued2024-04-02
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: os desfechos neonatais desfavoráveis nos recém-nascidos têm sido associados à excessiva medicalização na atenção ao pré-natal, parto e nascimento. OBJETIVOS: analisar os desfechos neonatais desfavoráveis em nascidos vivos de um município brasileiro. MÉTODOS: estudo coorte, realizado em maternidades públicas e privadas. A amostra foi constituída por nascidos vivos. Foram incluídos como desfechos desfavoráveis, ocorrência de prematuridade, baixo peso ao nascer, reanimação neonatal, uso de oxigênio, ventilação mecânica, uso de antibiótico, internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e óbito. A extração dos modelos explicativos foi realizada por regressão logística. RESULTADOS: avaliaram-se 1088 recém-nascidos, dos quais 32,7% apresentaram algum desfecho neonatal desfavorável, sendo os mais incidentes: manobras de reanimação, uso de oxigênio e prematuridade. No modelo do desfecho neonatal desfavorável, foi fator de risco apresentar intercorrência clínica na gestação, e fatores protetores, possuir plano de saúde e cartão de pré-natal. No modelo para óbito neonatal, as variáveis que expressaram associação significativa foram a idade gestacional, Apgar menor que 7 no 5o minuto e local das condutas de pré-natal. CONCLUSÃO: alta ocorrência de desfechos neonatais desfavoráveis é um desafio a ser superado e sua prevenção perpassa por ações no processo da gravidez e parto.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5935/2238-3182.2024e34101-en
dc.identifier.issn2238-3182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84610
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRecém-Nascido
dc.subjectMorbidade
dc.subjectRecém-Nascido Prematuro
dc.subject.otherNewborn
dc.subject.otherPrematurity
dc.subject.otherLow weight at birth
dc.subject.otherMorbidity
dc.subject.otherCesarean
dc.titleAdverse neonatal outcomes: a hospital-based study
dc.title.alternativeDesfechos neonatais desfavoráveis: um estudo de base hospitalar
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage12
local.citation.spage1
local.citation.volume34
local.description.resumoIntroduction: Unfavorable neonatal outcomes in newborns have been associated with excessive medicalization in prenatal care, delivery and birth. Objective: to analyze unfavorable neonatal outcomes in live births in a Brazilian municipality. Methods: cohort study, carried out in public and private maternity hospitals. The sample consisted of live births. The occurrence of prematurity, low birth weight, neonatal resuscitation, use of oxygen, mechanical ventilation, use of antibiotics, admission to the Intensive Care Unit and death were included as unfavorable outcomes. Explanatory models were extracted using logistic regression. Results:1088 newborns were evaluated, of which 32.7% had some unfavorable neonatal outcome, the most frequent being: resuscitation maneuvers, use of oxygen and prematurity. In the unfavorable neonatal outcome model, it was a risk factor, presenting clinical intercurrence during pregnancy, and protective factors, like having a health plan and prenatal card. In the model for neonatal death, the variables that expressed a significant association were gestational age, Apgar score below 7 at the 5th minute and location of prenatal care. Conclusion: the high occurrence of unfavorable neonatal outcomes is a challenge to be overcome and its prevention involves actions in the process of pregnancy and childbirth.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0020-3452
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2609-4626
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2014-8470
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5314-5161
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0971-1701
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7397-8961
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rmmg.org/artigo/detalhes/4049

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