O efeito dos marcadores externos na marcha de indivíduos com doença de Parkinson .
| dc.creator | Patricia Rocha de Brito | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T12:55:04Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T22:59:04Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T12:55:04Z | |
| dc.date.issued | 2008-06-30 | |
| dc.description.abstract | To investigate the effect of visual (VC), auditory (AC) and the association of both cues (VAC) during gait in Parkinsons disease (PD) subjects in ON. METHODS: The design was a repeated measures study. Data was obtained using the movement analysis system Qualysis Pro-reflex. The General Linear Model, the Generalized Estimating Equations Model and multiple comparisons with Bonferroni were used in the analysis. The significance level was p<0.05. RESULTS: Ten PD subjects, male and female, participated in the study. Velocity and stride length increased in all conditions when compared to no-cue condition; AC increased cadence and VC decreased cadence; the percentage of the stance phase decreased in VC and VAC (p<0.02). During initial contact, AC generated the smallest plantar-flexion angle and in all cueing conditions the hip flexion angle increased (p<0.04). During weight acceptance, VC and VAC increased the plantar-flexion angle while AC decreased the angle (p<0.01). During terminal stance, VC and VAC generated higher dorsiflexion angle (p<0.01). The hip extension angle was elevated in all cueing conditions (p<0.01), with the highest extension occurring with VAC, followed by VC. During preswing, VAC generated the highest plantar-flexion angle and VC the highest hip extension angle, followed by VAC (p<0.01). During terminal swing, AC and VC generated less plantar flexion angle, VC and VAC less knee flexion angle and all cueing conditions generated higher hip flexion angle (p<0.01). CONCLUSION: All cueing conditions compared to walking with no-cue improved the gait pattern of the PD subjects. However, VAC condition showed better results. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/MSMR-7VYMTM | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Fisioterapia | |
| dc.subject | Parkinson, Doença de | |
| dc.subject | Cinemática | |
| dc.subject | Marcha | |
| dc.subject.other | Parkinson | |
| dc.subject.other | Cinemática | |
| dc.subject.other | Marcha | |
| dc.subject.other | Marcadores externos | |
| dc.title | O efeito dos marcadores externos na marcha de indivíduos com doença de Parkinson . | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Renata Noce Kirkwood | |
| local.contributor.advisor1 | Fatima Valeria Rodrigues de Paula | |
| local.contributor.referee1 | Ligia de Loiola Cisneros | |
| local.contributor.referee1 | Ana Raquel Lindquist | |
| local.description.resumo | Investigar o efeito de marcadores visuais (MV), auditivos (MA) e a associação de ambos (MVA) na marcha de indivíduos com doença de Parkinson (DP) em ON. MATERIAL E MÉTODO: Este estudo teve delineamento de medidas repetidas. Os dados foram obtidos pelo Sistema de Análise de Movimento Qualisys. Para análise estatística, utilizaram-se o Modelo Linear Geral Univariado, o Modelo de Equações de Estimação Generalizada e comparações múltiplas de Bonferroni. Considerou-se o valor-p<0,05. RESULTADOS: Participaram 10 indivíduos com DP, de ambos os sexos. A velocidade e comprimento da passada aumentaram em todas as condições com marcadores comparadas à condição sem marcador (SM); MA aumentou a cadência e MV a reduziu; a porcentagem do apoio diminuiu em MV e MVA (p<0,02). No contato inicial, MA levou à menor flexão-plantar e todas as condições com marcadores geraram maior flexão de quadril (p<0,04). Na resposta à carga, MV e MVA aumentaram a flexão-plantar enquanto MA a diminuiu (p<0,01). No apoio terminal, MV e MVA geraram maior dorsiflexão (p<0,01). A extensão de quadril foi maior em todas as condições com marcadores (p<0,01), sendo a maior extensão em MVA, seguida de MV. Na pré-oscilação, MVA gerou a maior flexão-plantar e MV a maior extensão de quadril, seguida de MVA (p<0,01). Na oscilação terminal, MA e MV geraram menor flexão-plantar, MV e MVA menor flexão de joelho e todas as condições com marcadores maior flexão de quadril (p<0,01). CONCLUSÃO: Todas as condições com marcadores, comparadas à SM, melhoraram o padrão da marcha dos indivíduos com DP, sendo MVA a condição de efeito mais acentuado. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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