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O slow food como alternativa para o desenvolvimento local sustentável em Jaboticatubas-MG

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

No mundo globalizado a padronização dos sabores através dos fast food's. Imersos a essa lógica de tempo rápido, não percebemos a importância do ato de comer. Contrariando essa lógica, Carlo Petrini cunhou o termo Slow Food (comida lenta) em oposição ao termo fast food (comida rápida). O movimento do Slow Food foi criado baseando-se em um alimento bom, limpo e justo. Significa buscar e difundir o sabor e os saberes quase esquecidos dos alimentos pela cultura da padronização alimentar. Considerando os preceitos do Slow Food e o contexto das pequenas cidades cuja agricultura familiar é uma realidade na promoção do desenvolvimento local, buscamos verificar na feira agroecológica Raízes do Campo em Jaboticatubas-MG, a possibilidade de usar o Slow Food como alternativa para o desenvolvimento local e sustentável pelo estudo do saber fazer do bolinho de feijão miúdo. Utilizamos na metodologia, a oralidade, a partir das narrativas das pessoas do lugar. Os resultados deste trabalho permitirão a submissão do bolinho de feijão miúdo na Arca do Gosto.

Abstract

Assunto

Movimento Slow Food, Feiras livres - Jaboticatubas (MG), Desenvolvimento rural, Sustentablidade

Palavras-chave

Feira livre, Desenvolvimento rural sustentável, Slow food, Pequenas cidades

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https://singa2017.wordpress.com/wp-content/uploads/2017/12/gt17_1506898993_arquivo_oslowfoodcomoinstrumentoparaodesenvolvimentosustentavellocal.pdf

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