O tempo é minha casa: uma leitura das obras Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto, e Rio dos bons sinais, de Nelson Saúte
| dc.creator | Renata de Cabral e Castro | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T01:56:40Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:16:00Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T01:56:40Z | |
| dc.date.issued | 2013-05-22 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-97YHYV | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Morte na literatura | |
| dc.subject | Narrativa (Retórica) | |
| dc.subject | Contos africanos | |
| dc.subject | Oralidade | |
| dc.subject | Couto, Mia, 1955- Rio chamado tempo, uma casa chamada terra Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Saúte, Nelson, 1967- Rio dos bons sinais Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Tempo na literatura | |
| dc.subject.other | oralitura | |
| dc.subject.other | Mia Couto | |
| dc.subject.other | narrador performático | |
| dc.subject.other | Nelson Saúte | |
| dc.subject.other | tempo espiralar | |
| dc.title | O tempo é minha casa: uma leitura das obras Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto, e Rio dos bons sinais, de Nelson Saúte | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Leda Maria Martins | |
| local.contributor.referee1 | Sonia Maria de Melo Queiroz | |
| local.contributor.referee1 | Terezinha Taborda Moreira | |
| local.description.resumo | Buscamos analisar no romance Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto, e nos contos reunidos no livro "Rio dos Bons Sinais", de Nelson Saúte, o modo como a performance dos narradores realiza, traduz e recria, no corpo da enunciação, a lógica dos contadores tradicionalmente orais. Para tanto, averiguamos como se estruturam, nas narrativas, o entrelaçamento, muitas vezes em tensão, das textualidades orais e escritas. Embasamo-nos nas reflexões de Jean Derive, Hampâté Bâ e Kwane Anthony Appiah sobre a importância da oralidade em África. Os conceitos de oralitura, tempo espiralar, ambos de Leda Maria Martins, bem como o de narrador performático, de Teresinha Taborda Moreira, foram cruciais para compreendermos e elucidarmos alguns dos processos da elaboração ficcional. Contamos também com a noção de consignação, cunhada por Jacques Derrida, em Mal de Arquivo. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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