The role of tourism and sociobiodiversity for territorial development in Brazil
| dc.creator | Laura Maria Gilda Salles Bachi | |
| dc.date.accessioned | 2023-11-28T13:21:40Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T22:59:08Z | |
| dc.date.available | 2023-11-28T13:21:40Z | |
| dc.date.issued | 2023-03-28 | |
| dc.description.abstract | A alta demanda pela produção de commodities agrícolas tem sido associada à perda da cobertura vegetal nativa e saberes tradicionais associados ao uso da biodiversidade no Brasil. A gestão sustentável das paisagens pode reverter esta tendência ao promover sinergias entre importantes serviços ecossistêmicos (por exemplo, provisão, regulação e recreação), a fim de garantir que estes estejam disponíveis para as gerações presentes e futuras. Esta tese explora por que, onde e como existe escopo para fomentar sinergias entre serviços de recreação e provisão de valores materiais e imateriais associados ao uso da biodiversidade, i.e., sociobiodiversidade. O objetivo deste trabalho é identificar quais são as variáveis biofísicas e culturais bem como e as condições-chave de governança, para que o turismo possa agregar aos valores materiais e imateriais associados à sociobiodiversidade Brasileira aliados à manutenção da vegetação nativa em pé. Abordagens de pesquisa multidisciplinar e interdisciplinar envolvendo ciências ambientais e ciências sociais aplicadas foram utilizadas para realizar a revisão de literatura, coleta de dados, modelagem espacialmente explícita e análise de estudos de caso para apoiar os resultados apresentados em cinco capítulos. Cada capítulo da dissertação foca em responder por que, onde e como implementar modalidades de turismo (turismo de base comunitária - TBC, ecoturismo e agroturismo) alinhadas com o uso da biodiversidade, incluindo uma variedade de produtos florestais não-madeireiros (PFNMs) que são coletados usando habilidades e conhecimentos das comunidades tradicionais como açaí, pequi, erva-mate, entre outros. Após a introdução e contextualização do problema, o capítulo 2 mostra que existem iniciativas de TBC, ecoturismo e agroturismo que já agregam valor à sociobiodiversidade Brasileira, mas que muitas vezes são fragmentadas e ocorrem apenas na escala local. Os capítulos 3, 4 e 5 exploram, em escala nacional, quais são as áreas que têm o potencial biofísico e cultural para maximizar as boas práticas das iniciativas locais. Os capítulos 3 e 4 mapeiam pontos quentes com base em variáveis espacialmente explícitas específicas para o TBC na Amazônia, Cerrado e Caatinga incluindo a definição e o mapeamento de 15 Povos e Comunidades Tradicionais (PCT) no Brasil. Por outro lado, o capítulo 5 inclui novas variáveis e identifica áreas potenciais para o ecoturismo também na Mata Atlântica. Finalmente, o capítulo 6 lista as condições-chave de governança para implementar o turismo e a sociobiodiversidade como estratégias à escala da paisagem em contextos específicos. Os resultados mostram que existem 131 iniciativas locais e a soma da área média dos pontos quentes capazes de fomentar modalidades de turismo e a sociobiodiversidade ultrapassa 2 milhões de hectares na Amazônia, Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. Contudo, os resultados também destacam que faltam ações concretas para transformar este potencial em realidade em contextos específicos nesses biomas. Esta tese discute 10 condições-chave para que o turismo e a sociobiodiversidade sejam promovidos sinergicamente para desempenhar seu papel para o desenvolvimento territorial no Brasil, alinhado com a conservação da vegetação nativa em pé. | |
| dc.description.sponsorship | CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/61434 | |
| dc.language | eng | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject | Modelagem de dados – Aspectos ambientais | |
| dc.subject | Turismo – Brasil | |
| dc.subject | Sustentabilidade | |
| dc.subject | Paisagens – Brasil | |
| dc.subject.other | integrated landscape management; | |
| dc.subject.other | tourism planning; | |
| dc.subject.other | cultural ecosystem services; | |
| dc.subject.other | vegetal extractivism; | |
| dc.subject.other | spatially explicit modeling; | |
| dc.title | The role of tourism and sociobiodiversity for territorial development in Brazil | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Sónia Maria Carvalho Ribeiro | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5224495743642465 | |
| local.contributor.referee1 | Sergio Villamayor Tomas | |
| local.contributor.referee1 | Carlos Alberto Cioce Sampaio | |
| local.contributor.referee1 | Ana Paula Guimarães Santos de Oliveira | |
| local.contributor.referee1 | Ricardo Alexandrino Garcia | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/9989223186652387 | |
| local.description.resumo | A alta demanda pela produção de commodities agrícolas tem sido associada à perda da cobertura vegetal nativa e saberes tradicionais associados ao uso da biodiversidade no Brasil. A gestão sustentável das paisagens pode reverter esta tendência ao promover sinergias entre importantes serviços ecossistêmicos (por exemplo, provisão, regulação e recreação), a fim de garantir que estes estejam disponíveis para as gerações presentes e futuras. Esta tese explora por que, onde e como existe escopo para fomentar sinergias entre serviços de recreação e provisão de valores materiais e imateriais associados ao uso da biodiversidade, i.e., sociobiodiversidade. O objetivo deste trabalho é identificar quais são as variáveis biofísicas e culturais bem como e as condições-chave de governança, para que o turismo possa agregar aos valores materiais e imateriais associados à sociobiodiversidade Brasileira aliados à manutenção da vegetação nativa em pé. Abordagens de pesquisa multidisciplinar e interdisciplinar envolvendo ciências ambientais e ciências sociais aplicadas foram utilizadas para realizar a revisão de literatura, coleta de dados, modelagem espacialmente explícita e análise de estudos de caso para apoiar os resultados apresentados em cinco capítulos. Cada capítulo da dissertação foca em responder por que, onde e como implementar modalidades de turismo (turismo de base comunitária - TBC, ecoturismo e agroturismo) alinhadas com o uso da biodiversidade, incluindo uma variedade de produtos florestais não-madeireiros (PFNMs) que são coletados usando habilidades e conhecimentos das comunidades tradicionais como açaí, pequi, erva-mate, entre outros. Após a introdução e contextualização do problema, o capítulo 2 mostra que existem iniciativas de TBC, ecoturismo e agroturismo que já agregam valor à sociobiodiversidade Brasileira, mas que muitas vezes são fragmentadas e ocorrem apenas na escala local. Os capítulos 3, 4 e 5 exploram, em escala nacional, quais são as áreas que têm o potencial biofísico e cultural para maximizar as boas práticas das iniciativas locais. Os capítulos 3 e 4 mapeiam pontos quentes com base em variáveis espacialmente explícitas específicas para o TBC na Amazônia, Cerrado e Caatinga incluindo a definição e o mapeamento de 15 Povos e Comunidades Tradicionais (PCT) no Brasil. Por outro lado, o capítulo 5 inclui novas variáveis e identifica áreas potenciais para o ecoturismo também na Mata Atlântica. Finalmente, o capítulo 6 lista as condições-chave de governança para implementar o turismo e a sociobiodiversidade como estratégias à escala da paisagem em contextos específicos. Os resultados mostram que existem 131 iniciativas locais e a soma da área média dos pontos quentes capazes de fomentar modalidades de turismo e a sociobiodiversidade ultrapassa 2 milhões de hectares na Amazônia, Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. Contudo, os resultados também destacam que faltam ações concretas para transformar este potencial em realidade em contextos específicos nesses biomas. Esta tese discute 10 condições-chave para que o turismo e a sociobiodiversidade sejam promovidos sinergicamente para desempenhar seu papel para o desenvolvimento territorial no Brasil, alinhado com a conservação da vegetação nativa em pé. | |
| local.identifier.orcid | 0000-0002-6009-1587 | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | IGC - DEPARTAMENTO DE CARTOGRAFIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Análise e Modelagem de Sistemas Ambientais |