O caminho enviesado: a vida re-apresentada em Grande Sertão: veredas, de João Guimarães Rosa
| dc.creator | Josue Borges de Araujo Godinho | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T15:04:51Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:25:49Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T15:04:51Z | |
| dc.date.issued | 2007-05-31 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-73UHMP | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Catarse | |
| dc.subject | Mimeses na literatura | |
| dc.subject | Rosa, João Guimarães, 1908-1967 Grande Sertão Veredas Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Literatura Filosofia | |
| dc.subject | Riobaldo (Personagem literário) | |
| dc.subject.other | Catarse | |
| dc.subject.other | Filosofia | |
| dc.subject.other | Mímesis | |
| dc.subject.other | Riobaldo | |
| dc.subject.other | Teoria da Literatura | |
| dc.subject.other | Grande Sertão | |
| dc.title | O caminho enviesado: a vida re-apresentada em Grande Sertão: veredas, de João Guimarães Rosa | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Marli de Oliveira Fantini Scarpelli | |
| local.contributor.referee1 | Luís André Nepomuceno | |
| local.contributor.referee1 | Jacyntho Jose Lins Brandao | |
| local.description.resumo | A proposta deste trabalho é discutir alguns aspectos e questões da Teoria da Literatura tendo como corpus literário o romance Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa. Dentro da proposta a que nos dedicamos, discutimos, temas ligados à representação, ou mímesis, conceitos que os filósofos Platão e Aristóteles introduziram nos estudos que hoje chamamos literários e que são, por mérito, temas relevantes das adjacências literárias. A representação que em Platão era subversiva, que em Aristóteles era necessária, e que nos estudos é evidente, leva-nos a refletir acerca do constructo literário. A mímesis foi associada, no primeiro capítulo, aos mecanismos diegético da Memória, antia e venerada Deusa, passando pelas questões evidentes dos dois filósofos, a imitação e a representação, para chegar ao mecanismo diegético do narrador e, por não, único personagem do romance rosiano, que, ano final, nos leva a conclusões de que o que ele faz é apresentar-se - e não imitar ou representar - fazendo-o, antes de tudo, a si mesmo, e não ao interlocutor que parece acompanhá-lo durante toda a narrativa. Desta forma, ele nos leva a um outro aspecto inerente à mímesis, ou seja, à catarse que este narrador se fará promover. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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