A construção do Plano Diretor em Caeté e as (im)possibilidades à participação social

dc.creatorMarlon Sidney Resende
dc.date.accessioned2019-08-12T19:01:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:21:25Z
dc.date.available2019-08-12T19:01:11Z
dc.date.issued2007-05-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-759NGT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPlanejamento urbano Caeté (MG)
dc.subjectCidadania Caeté (MG)
dc.subjectCaeté (MG)
dc.subjectPoder (Ciências sociais)
dc.subjectParticipação social Caeté (MG)
dc.subject.othercidadania
dc.subject.otherpoder simbólico
dc.subject.otherPlano Diretor
dc.subject.otherparticipação
dc.subject.otherdissenso
dc.titleA construção do Plano Diretor em Caeté e as (im)possibilidades à participação social
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Doralice Barros Pereira
local.contributor.referee1Sergio Manuel Merencio Martins
local.contributor.referee1Maria Cristina Villefort Teixeira
local.description.resumoEsta pesquisa objetiva elucidar as possibilidades e entraves à participação social no processo de elaboração do Plano Diretor que se desenvolve em Caeté-MG.Trata-se de um processo sociopolítico com a criação de esferas de participação democrática, tal qual previsto na Lei 10.257 de 10/07/2001. São estruturadores os apontamentos de Henri Lefebvre os quais tomam o espaço por instrumentno, passível de disputas, entre grupos com divergentes propósitos, e discursos. Bem como a sociologia de Pierre Bourdieu, apta a apontar o campo e as disputas entre os diferentes agentes e seus capitais pela conformação do espaço a seus princípios, a partir da instauração do poder simbólico. A cidadania o direito a ter direitos aí se insinua ou naufraga, conforme Dagnino.A análise aponta para constrangimentos à realização plena da cidadania seja pela relação de favores que a sociedade mantém com agentes do Estado e/ou pela ausência do dissenso (Ranciére), razão que instaura a política por aceitar a diferença. Tais determinações ensejam somente consultas à sociedade e não o direito à deliberação. A doxa representada pelo desenvolvimento sustentável via mineração vem se rebatendo sobre a elaboração do Plano Diretor, onde o Metacapital do Estado tem forçado ao consenso, portanto negação da política e da cidadania.
local.publisher.initialsUFMG

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