A vida é cruel, não a arte: aderir ou resistir à estrutura do circuito de artes plásticas?

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

A concepção mais comum do sentido artístico se relaciona com tudo aquilo que diz respeito à possibilidade de expressão sentimental, afetiva, estética e criativa. Ao abordar esse segmento que vem ganhando importância em um contexto voltado para exploração e geração de riqueza, os Estudos Organizacionais além de evidenciar a ambiguidade presente na construção e relações discursivas nas organizações, promove uma discussão acerca da influência das práticas dos atores em relação à conformação da estrutura. Nesse artigo se reflete sobre esse âmbito organizacional permeado por essas narrativas e teve por objetivo identificar práticas de aderência e de resistência desenvolvidas pelos artistas plásticos profissionais de Belo Horizonte, submetidos às perspectivas negociais que apreendem o conceito de arte. Por meio de entrevistas e utilizando análise do discurso, foi possível avaliar a posição desses sujeitos na dinâmica estrutural do segmento, e identificar práticas desenvolvidas por esses sujeitos situados à margem, esboçando necessidades de aderência e focos de resistência em relação à situação estabelecida. A contribuição se concretiza no auxílio à compreensão de como a ação, as influências narrativas, e o estabelecimento de relações de dominância discursiva constituem o ambiente cultural de Belo Horizonte.

Abstract

Assunto

Arte, Simbolismo, Administração de empresas

Palavras-chave

Arte, Simbolismo, Economia

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https://login.semead.com.br/22semead/anais/resumo.php?cod_trabalho=2123

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