A vida é cruel, não a arte: aderir ou resistir à estrutura do circuito de artes plásticas?

dc.creatorLuiz Alex Silva Saraiva
dc.creatorFelipe Mateus Assis Soares
dc.date.accessioned2023-08-24T14:49:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:35:42Z
dc.date.available2023-08-24T14:49:35Z
dc.date.issued2019-11
dc.identifier.issn2177-3866
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58185
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSEMEAD Seminários em Administração
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArte
dc.subjectSimbolismo
dc.subjectAdministração de empresas
dc.subject.otherArte
dc.subject.otherSimbolismo
dc.subject.otherEconomia
dc.titleA vida é cruel, não a arte: aderir ou resistir à estrutura do circuito de artes plásticas?
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage17
local.citation.issue22
local.citation.spage1
local.description.resumoA concepção mais comum do sentido artístico se relaciona com tudo aquilo que diz respeito à possibilidade de expressão sentimental, afetiva, estética e criativa. Ao abordar esse segmento que vem ganhando importância em um contexto voltado para exploração e geração de riqueza, os Estudos Organizacionais além de evidenciar a ambiguidade presente na construção e relações discursivas nas organizações, promove uma discussão acerca da influência das práticas dos atores em relação à conformação da estrutura. Nesse artigo se reflete sobre esse âmbito organizacional permeado por essas narrativas e teve por objetivo identificar práticas de aderência e de resistência desenvolvidas pelos artistas plásticos profissionais de Belo Horizonte, submetidos às perspectivas negociais que apreendem o conceito de arte. Por meio de entrevistas e utilizando análise do discurso, foi possível avaliar a posição desses sujeitos na dinâmica estrutural do segmento, e identificar práticas desenvolvidas por esses sujeitos situados à margem, esboçando necessidades de aderência e focos de resistência em relação à situação estabelecida. A contribuição se concretiza no auxílio à compreensão de como a ação, as influências narrativas, e o estabelecimento de relações de dominância discursiva constituem o ambiente cultural de Belo Horizonte.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://login.semead.com.br/22semead/anais/resumo.php?cod_trabalho=2123

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