Percepção de auditores sobre o risco operacional em cooperativas de crédito brasileiras

dc.creatorLetícia Matos Duarte
dc.creatorValéria Gama Fully Bressan
dc.creatorKarla Luisa Costa Sabino
dc.creatorEwerton Alex Avelar
dc.date.accessioned2025-06-12T15:57:00Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:57:43Z
dc.date.available2025-06-12T15:57:00Z
dc.date.issued2020-08
dc.identifier.doi10.29327/125209.58-16
dc.identifier.isbn978-65-88243-90-9
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82919
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCooperativas de crédito
dc.subjectAuditoria
dc.subject.otherCooperativas de crédito
dc.subject.otherRisco operacional
dc.subject.otherAuditoria externa
dc.subject.otherControles
dc.titlePercepção de auditores sobre o risco operacional em cooperativas de crédito brasileiras
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue58
local.description.resumoO gerenciamento do risco operacional ainda é um desafio para os órgãos de administração das cooperativas de crédito brasileiras. O objetivo deste estudo foi verificar como os auditores percebem as questões ligadas ao risco operacional em cooperativas de crédito e se os controles internos utilizados por essas organizações são efetivos para a gestão e a mitigação do risco operacional. Os resultados foram levantados mediante a aplicação de questionários estruturados aos auditores da área técnica de uma Entidade de Auditoria Cooperativa – EAC estudada. A empresa estudada, (aqui chamada de Empresa X), trata-se de uma EAC credenciada pelo Banco Central do Brasil para o exercício da atividade de auditoria cooperativa e auditoria externa. O questionário foi composto por 12 perguntas, respondidos no mês de dezembro de 2019 e janeiro de 2020. Apurou-se que os procedimentos considerados mais importantes para a mitigação de riscos em cooperativas de crédito para gestão do risco operacional estão na fase de avaliação, mensuração/quantificação do risco, seguido do controle do risco. Os auditores indicaram que as maiores fraudes ocorrem internamente, mencionaram as falhas dos processos, e também incidência de demandas judiciais. Quanto ao grau de incidência, infere-se que todos os tipos de riscos ocorrem com frequência similar nas cooperativas. Ao avaliar qual evento de risco operacional é o principal responsável pelas perdas operacionais, sob o prisma profissional dos auditores, foram indicadas que as falhas no processo de mapeamento e a identificação dos riscos pelas cooperativas são as principais causas das perdas operacionais, seguida da ausência de divulgação adequada sobre os processos de gerenciamento de riscos. Por fim, de acordo com a percepção da maioria dos auditores pesquisados, as estruturas de gerenciamento de risco operacional implementadas nas cooperativas de crédito são satisfatórias.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.even3.com.br/anais/sober2020/245988-percepcao-de-auditores-sobre-o-risco-operacional-em-cooperativas-de-credito-brasileiras/

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