Grau de recomendação das intervenções fisioterapêuticas para crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista: dados preliminares de uma visão geral de revisões sistemáticas

dc.creatorLuísa Scalzo Palhares Matter
dc.date.accessioned2026-03-20T13:07:19Z
dc.date.issued2025-12-05
dc.description.abstractIntroduction: Autism Spectrum Disorder (ASD) is a neurodevelopmental disorder characterized by difficulties in communication, social interaction, and behavior, often associated with motor impairments that affect functionality and social participation. Physical therapy plays a key role in this context, although gaps remain regarding the most effective and evidence-based interventions. Objective: To analyze the degree of recommendation of physical therapy interventions for children and adolescents with ASD. Methodology: This study is an overview of systematic reviews, registered in PROSPERO (CRD42023485907). Reviews investigating motor physical therapy interventions in children and adolescents with ASD were included. The level of evidence was assessed using the GRADE system, and the degree of recommendation was determined according to the “traffic light system”: do it, probably do it, probably don’t do it, and don’t do it. Results: Nine systematic reviews were included, analyzing 62 articles on physical therapy interventions. The most studied interventions were gross motor function training, task-specific training, hippotherapy, hydrotherapy, psychomotricity, and videogame-based therapy. Most showed positive effects on motor and functional outcomes, but with low to very low levels of evidence, reflecting methodological limitations. The degree of recommendation ranged from “probably do it” to “probably don’t do it.” Conclusion: Evidence indicates that motor physiotherapy interventions have positive effects on children and adolescents with Autism Spectrum Disorder, especially regarding motor function and physical performance. However, the low methodological quality of studies limits the strength of recommendations, highlighting the need for more rigorous research to strengthen evidence -based physiotherapy practice for individuals with ASD.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/2230
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectCapacidade motora
dc.subjectFisioterapia
dc.subject.otherTranstorno do espectro autista
dc.subject.otherFisioterapia
dc.subject.otherIntervenções motoras
dc.titleGrau de recomendação das intervenções fisioterapêuticas para crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista: dados preliminares de uma visão geral de revisões sistemáticas
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Ricardo Rodrigues de Sousa Junior
local.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/7405446962323137
local.contributor.referee1Luana Cristina da Silva
local.contributor.referee1Lara de Almeida Rodrigues
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/3766657382744444
local.description.resumoIntrodução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por dificuldades de comunicação, interação social e comportamento, frequentemente associado a alterações motoras que impactam a funcionalidade e a participação social. A fisioterapia tem papel fundamental nesse contexto, embora ainda existam lacunas quanto às intervenções mais eficazes e baseadas em evidências. Objetivo: Analisar o grau de recomendação das intervenções fisioterapêuticas em crianças e adolescentes com TEA. Metodologia: Trata-se de uma visão geral de revisões sistemáticas (overview of systematic reviews), registrada no PROSPERO (CRD42023485907). Foram incluídas revisões que investigaram intervenções fisioterapêuticas motoras em crianças e adolescentes com TEA. O nível de evidência foi avaliado pelo sistema GRADE, e o grau de recomendação pelo sistema de “sinal de trânsito”: faça, provavelmente faça, provavelmente não faça e não faça. Resultados: Foram incluídas nove revisões sistemáticas que analisaram 62 artigos de intervenções fisioterapêuticas. Entre as mais estudadas estão o treino de função motora grossa, treino específico da tarefa, equoterapia, hidroterapia, psicomotricidade e gameterapia. A maioria apresentou efeitos positivos em desfechos motores e funcionais, porém com nível de evidência baixo a muito baixo, refletindo limitações metodológicas. O grau de recomendação variou entre “provavelmente faça” e “provavelmente não faça”. Conclusão: As evidências indicam que as intervenções fisioterapêuticas motoras promovem efeitos positivos em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista, especialmente na função motora e no desempenho físico. No entanto, a baixa qualidade metodológica dos estudos limita a força das recomendações, reforçando a necessidade de pesquisas mais rigorosas para consolidar a prática baseada em evidências na fisioterapia aplicada ao TEA.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Avanços Clínicos em Fisioterapia
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL

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