Acesso transesfenoidal aos adenomas hipofisários: do microscópio ao endoscópio
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Objetivo Relatar a transição do microscópio ao endoscópio no acesso transesfenoidal
aos adenomas hipofisários, com ênfase nas nuances técnicas, conceitos e incorporações de instrumentos cirúrgicos ao longo dos anos.
Método No período de 1993 a 2015, foram operados 225 adenomas hipofisários por
via transesfenoidal pelo grupo de cirurgia de base do crânio do Hospital das Clínicas da
UFMG. O estudo foi dividido em três etapas, de acordo com o dispositivo usado para
iluminação e magnificação do campo operatório: primeira etapa (1993 a 2001), uso do
microscópio; segunda etapa (2002 a 2004), uso simultâneo do microscópio e do
endoscópio; terceira etapa (2005 a 2015), uso exclusivo do endoscópio.
Resultados Adenomas funcionantes corresponderam a 120 casos, e os não funcionantes, a 98. Sete casos não puderam ser classificados. Cinquenta cirurgias corresponderam às duas primeiras etapas, e 175 foram realizadas exclusivamente com o
endoscópio. O acesso migrou do transeptal para o endonasal, o que permitiu a cirurgia
a três ou quatro mãos, melhor visualização das porções laterais da sela e abordagem do
seio cavernoso, além de tratamento de fístulas com retalho pediculado de mucosa do
septo. Os instrumentos cirúrgicos foram adaptados à medida que se trocou o
microscópio pelo endoscópio.
Conclusão Apesar de a literatura não demonstrar que um tipo de equipamento de
iluminação e magnificação seja superior ao outro, acreditamos que o endoscópio nos
propiciou maior conforto e segurança no tratamento dos adenomas hipofisários por via
transesfenoidal.
Abstract
Assunto
Adenoma Hipofisário, Neuroendoscopia, Hipófise
Palavras-chave
Citação
Curso
Endereço externo
https://www.eref.de/supmat/10.1055-s-0036-1580737-10-1055-s-0036-1580737_s1500020.pdf