Acesso transesfenoidal aos adenomas hipofisários: do microscópio ao endoscópio

dc.creatorAlexandre Varella Giannetti
dc.creatorRoberto Guimarães
dc.creatorPaulo Crosara
dc.date.accessioned2022-08-19T17:27:57Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:29:13Z
dc.date.available2022-08-19T17:27:57Z
dc.date.issued2016
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1055/s-0036-1580737
dc.identifier.issn0103-5355
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44408
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivos Brasileiros de Neurocirurgia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdenoma Hipofisário
dc.subjectNeuroendoscopia
dc.subjectHipófise
dc.titleAcesso transesfenoidal aos adenomas hipofisários: do microscópio ao endoscópio
dc.typeArtigo de periódico
local.description.resumoObjetivo Relatar a transição do microscópio ao endoscópio no acesso transesfenoidal aos adenomas hipofisários, com ênfase nas nuances técnicas, conceitos e incorporações de instrumentos cirúrgicos ao longo dos anos. Método No período de 1993 a 2015, foram operados 225 adenomas hipofisários por via transesfenoidal pelo grupo de cirurgia de base do crânio do Hospital das Clínicas da UFMG. O estudo foi dividido em três etapas, de acordo com o dispositivo usado para iluminação e magnificação do campo operatório: primeira etapa (1993 a 2001), uso do microscópio; segunda etapa (2002 a 2004), uso simultâneo do microscópio e do endoscópio; terceira etapa (2005 a 2015), uso exclusivo do endoscópio. Resultados Adenomas funcionantes corresponderam a 120 casos, e os não funcionantes, a 98. Sete casos não puderam ser classificados. Cinquenta cirurgias corresponderam às duas primeiras etapas, e 175 foram realizadas exclusivamente com o endoscópio. O acesso migrou do transeptal para o endonasal, o que permitiu a cirurgia a três ou quatro mãos, melhor visualização das porções laterais da sela e abordagem do seio cavernoso, além de tratamento de fístulas com retalho pediculado de mucosa do septo. Os instrumentos cirúrgicos foram adaptados à medida que se trocou o microscópio pelo endoscópio. Conclusão Apesar de a literatura não demonstrar que um tipo de equipamento de iluminação e magnificação seja superior ao outro, acreditamos que o endoscópio nos propiciou maior conforto e segurança no tratamento dos adenomas hipofisários por via transesfenoidal.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.eref.de/supmat/10.1055-s-0036-1580737-10-1055-s-0036-1580737_s1500020.pdf

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