A infância como improviso: por uma abordagem espiral no ensino de artes para crianças
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
A autora construiu um contraponto aos princípios da bastante divulgada e estabelecida “abordagem triangular” no ensino de arte e o nomeou por “abordagem espiral”, noção desenvolvida ao longo de anos de trabalho e estudo, com especial elaboração para a escrita de ensaio para o Concurso Mário Pedrosa da Fundação Joaquim Nabuco, no ano de 2011, do qual foi vencedora. Daquele momento em diante, a proposta ganhou novos contornos e muitos interessados, girando em torno da mistura dos âmbitos artístico-existenciais (MACHADO, 2011; 2015): miscigenação entre as corporalidades, as musicalidades, as teatralidades e as espacialidades, de modo que o papel do adulto condutor das propostas no ensino das artes será criar oportunidades, contextos e situações de convívio, em busca por experiências vivas e relacionais entre as crianças com dança, música, teatro e artes visuais. Este modo de trabalhar o ensino de arte com crianças e jovens propõe franco diálogo com a arte contemporânea e com as férteis relações entre arte e vida, e pretende desmistificar o preconceito de alguns ao hibridismo, hipótese em alguns meios considerada como um retrocesso por significar, para os críticos àqueles princípios, volta ao que se nomeou, no século passado, “educação artística” e professor de arte “generalista”. A autora, por sua vez, advoga pelo trabalho em rede e entre pares, o que poderá, ao longo do tempo, romper com corporativismos.
Abstract
Assunto
Arte - Estudo e ensino, Educação de crianças, Arte e educação, Arte moderna - Séc. XXI
Palavras-chave
Relações arte-vida, Âmbitos artístico-existenciais, Hibridismo
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Curso
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https://faeb.com.br/anais-confaeb-2017/