A infância como improviso: por uma abordagem espiral no ensino de artes para crianças
| dc.creator | Marina Marcondes Machado | |
| dc.date.accessioned | 2022-02-16T14:34:45Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:09:05Z | |
| dc.date.available | 2022-02-16T14:34:45Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.identifier.issn | 2525-880X | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/39422 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Congresso Nacional da Federação de Arte/Educadores do Brasil ; Congresso Internacional dos Arte/Educadores ; Seminário de Cultura e Educação de Mato Grosso do Sul | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Arte - Estudo e ensino | |
| dc.subject | Educação de crianças | |
| dc.subject | Arte e educação | |
| dc.subject | Arte moderna - Séc. XXI | |
| dc.subject.other | Relações arte-vida | |
| dc.subject.other | Âmbitos artístico-existenciais | |
| dc.subject.other | Hibridismo | |
| dc.title | A infância como improviso: por uma abordagem espiral no ensino de artes para crianças | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.epage | 139 | |
| local.citation.issue | 27 ; 5 ; 2 | |
| local.citation.spage | 130 | |
| local.description.resumo | A autora construiu um contraponto aos princípios da bastante divulgada e estabelecida “abordagem triangular” no ensino de arte e o nomeou por “abordagem espiral”, noção desenvolvida ao longo de anos de trabalho e estudo, com especial elaboração para a escrita de ensaio para o Concurso Mário Pedrosa da Fundação Joaquim Nabuco, no ano de 2011, do qual foi vencedora. Daquele momento em diante, a proposta ganhou novos contornos e muitos interessados, girando em torno da mistura dos âmbitos artístico-existenciais (MACHADO, 2011; 2015): miscigenação entre as corporalidades, as musicalidades, as teatralidades e as espacialidades, de modo que o papel do adulto condutor das propostas no ensino das artes será criar oportunidades, contextos e situações de convívio, em busca por experiências vivas e relacionais entre as crianças com dança, música, teatro e artes visuais. Este modo de trabalhar o ensino de arte com crianças e jovens propõe franco diálogo com a arte contemporânea e com as férteis relações entre arte e vida, e pretende desmistificar o preconceito de alguns ao hibridismo, hipótese em alguns meios considerada como um retrocesso por significar, para os críticos àqueles princípios, volta ao que se nomeou, no século passado, “educação artística” e professor de arte “generalista”. A autora, por sua vez, advoga pelo trabalho em rede e entre pares, o que poderá, ao longo do tempo, romper com corporativismos. | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0002-4389-066X | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | EBA - DEPARTAMENTO DE FOTOGRAFIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://faeb.com.br/anais-confaeb-2017/ |