Ilegitimidade como forma: uma interpretação de Angústia, de Graciliano Ramos

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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Primeiro orientador

Membros da banca

Joao Pinto Furtado
Wander Melo Miranda

Resumo

O presente trabalho apresenta a análise e a crítica do processo de composição do romance Angústia, de Graciliano Ramos, em relação com o contexto histórico-cultural de sua elaboração. O romance, publicado em 1936, foi historicamente analisado e interpretado através da perspectiva psicológica. Proponho, neste trabalho, a conjunção dos achados pertinentes e ainda atuais dos trabalhos críticos anteriores, utilizados e criticados no desenvolvimento do texto, e da visada histórico-cultural para abarcar o contexto de sua composição. Como resultado, apresento uma suplementação interpretativa do romance, e proponho outro elemento ordenador da narrativa, demonstrando a função interpretativa do romance e seu questionamento da noção de legitimidade do contexto histórico-político e da ordenação do poder, propostos pela forma do romance a partir da homologia operada pela representação literária.

Abstract

Assunto

Narrativa (Retórica), Cultura Brasil 1930 História, Literatura brasileira 1930 História e crítica, Análise do discurso narrativo, Politica e literatura Brasil, Literatura e história, Ramos, Graciliano, 1892-1953 Angústia Crítica e interpretação, Angústia, Literatura

Palavras-chave

narrativa, poder, Graciliano Ramos

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