Ilegitimidade como forma: uma interpretação de Angústia, de Graciliano Ramos
| dc.creator | Willy Carvalho Coelho | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T02:55:22Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:19:31Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T02:55:22Z | |
| dc.date.issued | 2010-02-03 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-82CEY4 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Narrativa (Retórica) | |
| dc.subject | Cultura Brasil 1930 História | |
| dc.subject | Literatura brasileira 1930 História e crítica | |
| dc.subject | Análise do discurso narrativo | |
| dc.subject | Politica e literatura Brasil | |
| dc.subject | Literatura e história | |
| dc.subject | Ramos, Graciliano, 1892-1953 Angústia Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Angústia | |
| dc.subject | Literatura | |
| dc.subject.other | narrativa | |
| dc.subject.other | poder | |
| dc.subject.other | Graciliano Ramos | |
| dc.title | Ilegitimidade como forma: uma interpretação de Angústia, de Graciliano Ramos | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Marcus Vinicius de Freitas | |
| local.contributor.referee1 | Joao Pinto Furtado | |
| local.contributor.referee1 | Wander Melo Miranda | |
| local.description.resumo | O presente trabalho apresenta a análise e a crítica do processo de composição do romance Angústia, de Graciliano Ramos, em relação com o contexto histórico-cultural de sua elaboração. O romance, publicado em 1936, foi historicamente analisado e interpretado através da perspectiva psicológica. Proponho, neste trabalho, a conjunção dos achados pertinentes e ainda atuais dos trabalhos críticos anteriores, utilizados e criticados no desenvolvimento do texto, e da visada histórico-cultural para abarcar o contexto de sua composição. Como resultado, apresento uma suplementação interpretativa do romance, e proponho outro elemento ordenador da narrativa, demonstrando a função interpretativa do romance e seu questionamento da noção de legitimidade do contexto histórico-político e da ordenação do poder, propostos pela forma do romance a partir da homologia operada pela representação literária. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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