A new experimental model to study shrimp allergy

dc.creatorIvanéia Valeriano Nunes
dc.creatorCamila Mattos Andrade
dc.creatorPriscila Valera Guerra
dc.creatorMariana Ivo Khouri
dc.creatorMaria Poliana Leite Galantini
dc.creatorRobson Amaro Augusto da Silva
dc.creatorEliana Faquim de Lima Mauro
dc.creatorLeonardo Paiva Farias
dc.creatorJuliana de Souza Rebouças
dc.creatorAna Maria Caetano Faria
dc.creatorCláudia Ida Brodskyn
dc.date.accessioned2026-02-24T18:58:55Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractShrimp is among the most sensitizing food allergens and has been associated with many anaphylaxis reactions. However, there is still a shortage of studies that enable a systematic understanding of this disease and the investigation of new therapeutic approaches. This study aimed to develop a new experimental model of shrimp allergy that could enable the evaluation of new prophylactic treatments. BALB/c mice were subcutaneously sensitized with 100 μg of shrimp proteins of Litopenaeus vannamei adsorbed in 1 mg of aluminum hydroxide on day 0, and a booster (100 µg of shrimp proteins only) on day 14. The oral challenge protocol was based on the addition of 5 mg/ml of shrimp proteins to water from day 21 to day 35. Analysis of shrimp extract content detected at least 4 of the major allergens reported to L. vannamei. In response to the sensitization, allergic mice showed significantly enhanced IL-4 and IL-10 production in restimulated cervical draining lymph node cells. High detection of serum anti-shrimp IgE and IgG1 suggested the development of allergies to shrimp while Passive Cutaneous Anaphylaxis assay revealed an IgE-mediated response. Immunoblotting analysis revealed that Allergic mice developed antibodies to multiple antigens present in the shrimp extract. These observations were supported by the detection of anti-shrimp IgA production in intestinal lavage samples and morphometric intestinal mucosal changes. Therefore, this experimental protocol can be a tool to evaluate prophylactic and therapeutic approaches.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1016/j.imlet.2023.06.007
dc.identifier.issn1879-0542
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1760
dc.languageInglêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofImmunology Letters
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsAttribution 4.0 Internationalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectHipersensibilidade Alimentar
dc.subjectHipersensibilidade a Frutos do Mar
dc.subject.otherFood allergy
dc.subject.otherShrimp allergy
dc.subject.otherIgE
dc.subject.otherEosinophils
dc.subject.otherIntestinal mucosa
dc.titleA new experimental model to study shrimp allergypt_BR
dc.title.alternativeUm novo modelo experimental para estudar alergia a camarão
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage80
local.citation.spage73
local.citation.volume260
local.description.resumoO camarão está entre os alérgenos alimentares mais sensibilizantes e tem sido associado a muitas reações anafiláticas. No entanto, ainda há uma carência de estudos que permitam uma compreensão sistemática dessa doença e a investigação de novas abordagens terapêuticas. Este estudo teve como objetivo desenvolver um novo modelo experimental de alergia a camarão que possibilite a avaliação de novos tratamentos profiláticos. Camundongos BALB/c foram sensibilizados por via subcutânea com 100 µg de proteínas de camarão ( Litopenaeus vannamei) adsorvidas em 1 mg de hidróxido de alumínio no dia 0, e com uma dose de reforço (100 µg apenas de proteínas de camarão) no dia 14. O protocolo de desafio oral baseou-se na adição de 5 mg/ml de proteínas de camarão à água, do dia 21 ao dia 35. A análise do conteúdo do extrato de camarão detectou pelo menos 4 dos principais alérgenos relatados para L. vannamei . Em resposta à sensibilização, os camundongos alérgicos apresentaram produção significativamente aumentada de IL-4 e IL-10 em células de linfonodos cervicais de drenagem reestimuladas. A alta detecção de IgE e IgG1 anti-camarão no soro sugeriu o desenvolvimento de alergias a camarão, enquanto o ensaio de anafilaxia cutânea passiva revelou uma resposta mediada por IgE. A análise por immunoblotting revelou que os camundongos alérgicos desenvolveram anticorpos contra múltiplos antígenos presentes no extrato de camarão. Essas observações foram corroboradas pela detecção da produção de IgA anti-camarão em amostras de lavagem intestinal e por alterações morfométricas na mucosa intestinal. Portanto, este protocolo experimental pode ser uma ferramenta para avaliar abordagens profiláticas e terapêuticas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::BIOQUIMICA
local.url.externahttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0165247823001098?via%3Dihub

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