Mulheres em outras moradias

dc.creatorLuna Esmeraldo Gama Lyra
dc.creatorSilke Kapp
dc.date.accessioned2022-07-26T20:57:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:01:41Z
dc.date.available2022-07-26T20:57:50Z
dc.date.issued2019
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2595-6582
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43687
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Periferias
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDireito à moradia
dc.subjectEntrevistas
dc.subjectFeminismo
dc.subjectMulheres
dc.subjectEspaço urbano
dc.subject.otherReprodução social
dc.subject.otherMoradia
dc.subject.otherEntrevistas qualitativas
dc.subject.otherOcupações urbanas
dc.subject.otherFeminismo
dc.titleMulheres em outras moradias
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue3
local.citation.volume1
local.description.resumoMigrações, remoções, ocupações e outras situações de instabilidade habitacional são recorrentes no cenário atual. O presente artigo se baseia em entrevistas qualitativas com mulheres que estão ou estiveram nessas situações, tendo por foco a maneira como lidam com o trabalho de reprodução nas suas diversas circunstâncias atípicas. O primeiro item explica brevemente os pressupostos, a pergunta e os procedimentos da pesquisa. Em seguida, são analisados três temas recorrentes nas narrativas das entrevistadas: sua representação e valoração de contrastes espaciais no âmbito doméstico e urbano; suas diferentes perspectivas acerca das responsabilidades com os filhos e as articulações sociais e espaciais correlatas; e suas relações com instituições e macroestruturas, tais como órgãos públicos e movimentos sociais. As análises desses temas nas entrevistas deixam entrever que, apesar das dificuldades, situações instáveis não são sempre nem necessariamente piores do que as estáveis. Podem significar experiências de liberdade, potencializar a imaginação para ação e relativizar o papel convencionalmente atribuído às mulheres. Caberia perguntar em que medida o ideário da moradia, objetiva e subjetivamente determinante de tantos espaços e desejos, é contraditório em si mesmo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistaperiferias.org/materia/mulheres-em-outras-moradias/

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Mulheres em outras moradias.pdf
Tamanho:
10.1 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
License.txt
Tamanho:
1.99 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: