Germoplasma de Echinodorus floribundus e Echinodorus subalatus: morfologia, fenologia e fitoquímica

dc.creatorRizia Rodrigues Santos
dc.date.accessioned2020-01-09T17:35:14Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:51:01Z
dc.date.available2020-01-09T17:35:14Z
dc.date.issued2019-08-23
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/31783
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherPlantas medicinais
dc.subject.otherMorfologia vegetal
dc.subject.otherMarcadores biológicos
dc.titleGermoplasma de Echinodorus floribundus e Echinodorus subalatus: morfologia, fenologia e fitoquímica
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Ernane Ronie Martins
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0435226832258934
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8245213079763180
local.description.resumoO chapéu-de-couro é nome popular dado às plantas do gênero Echinodorus, pertencentes à família Alismataceae, que são amplamente utilizadas na medicina popular, como diurética e anti-inflamatória. As espécies Echinodorus grandiflorus e Echinodorus macrophyllus têm seu uso assegurado pela Farmacopeia Brasileira. Porém, devido às dificuldades de identificação, outras plantas do gênero, tais como Echinodorus floribundus e Echinodorus subalatus, têm sido utilizadas pela população com relatos de resultados eficazes. O presente trabalho teve por objetivo a caracterização de duas espécies de chapéu-de-couro (Echinodorus floribundus e Echinodorus subalatus) utilizadas para fins medicinais. Para isso, foram coletados acessos das duas espécies para a formação de coleção de germoplasma em casa de vegetação. Foram realizadas análises de caracterização morfológica, caracterização química de compostos voláteis e fenologia. Foi realizada a caracterização química dos extratos por triagem fitoquímica, estudo de marcadores químicos descritos em Echinodorus, quantificação total de fenóis e flavonoides e determinação dos teores de derivados do ácido o-hidroxicinâmico. Os descritores limbo foliar, ápice e base do limbo foliar, pilosidade foliar e pilosidade do pecíolo foliar mostraram-se eficientes na diferenciação entre as duas espécies. Quimicamente, E. floribundus e E. subalatus foram similares a E. grandiflorus e E. macrophyllus devido à presença dos compostos (Z)-beta-cariofileno e (E)-beta-cariofileno. Foi observada diversidade entre acessos para E. floribundus e E. subalatus. Apesar da produção de folhas maduras contínuas, ambas as espécies apresentaram período de senescência foliar acentuado, comum entre as espécies do gênero. O ciclo de floração das espécies estudadas é similar ao das espécies de Echinodorus descritas na literatura. A triagem fitoquímica revelou presença de fenóis, flavonoides, flavonas, flavonóis, xantonas, esteroides e triterpenoides nos extratos. Porém, ambas as espécies apresentaram valores inferiores de flavonoides e fenóis totais quando comparadas com outras espécies do gênero descritas na literatura. A caracterização do extrato aquoso foliar em cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE-DAD) detectou 118 e 121 compostos em E. floribundus e E. subalatus, respectivamente. Destes, 25 apresentaram espectros UV-Vis característicos de compostos fenólicos. Não foram detectados os marcadores ácido chicórico e isoorientin, comuns em Echinodorus. Os teores de derivados do ácido o-hidroxicinâmico para E. floribundus e E. subalatus (5,52% e 3,07%, respectivamente) foram superiores ao que é exigido pela Farmacopeia Brasileira. Através dos resultados, pode-se concluir que há similaridade química e fenológica das espécies estudadas com as descritas na literatura, porém ocorrem variações interespecíficas no perfil químico de voláteis e em alguns descritores morfológicos, sendo recomendada a utilização apenas dos descritores limbo foliar, ápice e base do limbo foliar, pilosidade foliar e pilosidade do pecíolo foliar para diferenciação entre as duas espécies. Echinodorus floribundus e Echinodorus subalatus possuem flavonoides e fenóis em menores concentrações do que as espécies de Echinodorus descritas na literatura e há similaridade das espécies estudadas com as descritas pela Farmacopeia Brasileira, com potencial uso medicinal.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Produção Vegetal

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Tese Rizia Rodrigues.pdf
Tamanho:
3.99 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: