Lugares e imagens: os painéis cerâmicos na cidade de Belo Horizonte entre 1940 e 1944

dc.creatorJoao Augusto Cristeli de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-10T08:50:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:15:28Z
dc.date.available2019-08-10T08:50:22Z
dc.date.issued2012-12-19
dc.description.abstractIn this work I examine the tile and mosaic panels of Pampulha architectonic set, understanding it as a visual program associated with modernist architecture in the city of Belo Horizonte, in the early 1940s. I make an approach of the wall tile with the art of memory, demonstrating how place and image were used as a way to evoke and establish a relationship of historical continuity related to that specific moment. Canonized in Luso-Brazilian culture, the tile was precisely the plastic element adopted to promote a connection between colonial and modern art and architecture, at the same time that diluted the distance between traditional and modern. Thus, I make evident that, regardless of the aesthetic and functional qualities of Pampulhas tile panels, there is a purpose for the creation and execution of a narrative in order to establish a bond between the ceramic panels and colonial past.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/JSSS-952K97
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAzulejos Pampulha, Lagoa da, Região (MG)
dc.subjectAzulejos Belo Horizonte (MG) 1940-1944
dc.subjectArtes
dc.subjectTrabalhos em azulejo Belo Horizonte (MG)
dc.subjectArquitetura moderna
dc.subjectDecoração e ornamento (Arquitetura) Belo Horizonte (MG)
dc.subject.otherPrograma visual
dc.subject.otherRevestimentos cerâmicos
dc.subject.otherModernismo
dc.subject.otherArte da memória
dc.titleLugares e imagens: os painéis cerâmicos na cidade de Belo Horizonte entre 1940 e 1944
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria do Ceu Diel de Oliveira
local.contributor.referee1Marcia Cristina Gonçalves de Oliveira Holland
local.contributor.referee1Ronan Cardozo Couto
local.contributor.referee1Anamaria Ruegger Almeida Neves
local.contributor.referee1Flavio de Lemos Carsalade
local.description.resumoExamino neste trabalho os revestimentos cerâmicos do conjunto arquitetônico da Pampulha, compreendendo-os como um programa visual associado à arquitetura modernista, na cidade de Belo Horizonte, no início da década de 1940. Faço assim uma aproximação do azulejo com a arte da memória, demonstrando de que maneira lugar e imagem foram usados como uma forma de evocar e estabelecer uma relação de continuidade histórica relacionada àquele momento específico. Canonizado na cultura luso-brasileira, foi precisamente o azulejo o elemento plástico adotado para promover uma ligação entre a arte e a arquitetura colonial e moderna, ao mesmo tempo em que diluía a distância entre o tradicional e o moderno. Desta forma, evidencio que, independente das qualidades estéticas e funcionais dos revestimentos cerâmicos da Pampulha, existe um propósito de criação e celebração de uma narrativa, no sentido de estabelecer um vínculo entre os painéis cerâmicos e o passado colonial.
local.publisher.initialsUFMG

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