Efeito agudo da vibração mecânica na direção da resultante das forças de contração voluntária máxima no desempenho de Sprints em atletas de Montain Bike
| dc.creator | Pedro Augusto Santos Almeida | |
| dc.date.accessioned | 2019-10-24T14:28:26Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:55:35Z | |
| dc.date.available | 2019-10-24T14:28:26Z | |
| dc.date.issued | 2018-06-08 | |
| dc.description.abstract | Introduction: In sports, several mechanisms have been studied in recent years aiming to achieve superior physical performances. One of these mechanisms is post-activation potentiation (PAP), which consists of obtaining increased muscle performance through a previous conditioning activity. Maximum voluntary contraction (MVC) and mechanical vibration (MV) have been presented as conditioning activities capable of provoking PPA and could be a method to achieve superior performances in short duration explosive activities. Objective: To verify the acute effect of MVC with or without addition of mechanical vibration in anaerobic performance in 15-s sprint. Methods: We evaluated 10 well-trained Mountain Bike athletes who underwent 10s of MVC and MVC+MV with subsequent 15-s sprint with individualized resistance load for the highest power application, in three situations of different intervals, 1, 6 and 11 minutes after the conditioning activity, besides the control situation that was constituted of the sprint in the three intervals with previous traditional heating without application of MVC+MV and MVC. Results: No significant differences were found in the values of peak power, mean power and time to peak power between the experimental situations in any of the tested intervals. Conclusion: Both the MVC protocol and the MVC+MV protocol were not sufficient to increase the anaerobic performance of well-trained Mountain Bike athletes in 15-s sprints, however, the individualization of the optimal resistance load was shown to be of paramount importance for the identification of maximum values in anaerobic tests. | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/30676 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights | Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Portugal | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject.other | Desempenho anaeróbio | |
| dc.subject.other | Vibração mecânica | |
| dc.subject.other | Contração voluntária máxima | |
| dc.subject.other | Mountain Bike | |
| dc.title | Efeito agudo da vibração mecânica na direção da resultante das forças de contração voluntária máxima no desempenho de Sprints em atletas de Montain Bike | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Reginaldo Gonçalves | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/7452017124253425 | |
| local.contributor.referee1 | Sandro Fernandes da Silva | |
| local.contributor.referee1 | Bruno Pena Couto | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/7506928392247170 | |
| local.description.resumo | Introdução: No esporte, diversos mecanismos têm sido estudados nos últimos anos com objetivo de alcançar desempenhos físicos superiores. Um desses mecanismos é a potencialização pós ativação (PPA), que consiste em obter um desempenho muscular aumentado através de uma atividade condicionante prévia. A contração voluntária máxima (CVM) e a vibração mecânica (VM) têm sido apresentadas como atividades condicionantes capazes de provocar PPA e poderiam ser um método para alcançar performances superiores em atividades explosivas de curta duração. Objetivo: Verificar o efeito agudo da CVM com ou sem adição de vibração mecânica no desempenho anaeróbio em sprints de 15-s. Métodos: Foram avaliados 10 atletas bem treinados de Mountain Bike que realizaram 10-s de CVM e CVM+VM com subsequente Sprint de 15-s com carga de resistência individualizada pela maior aplicação de potência em três situações de intervalos distintos, 1, 6 e 11 minutos após a atividade condicionante, além da situação controle que foi constituída do sprint nos três intervalos com aquecimento tradicional prévio sem aplicação de CVM+VM e CVM. Resultados: Não foram identificadas diferenças significativas nos valores de pico de potência, potência média e tempo até pico de potência entre as situações experimentais em nenhum dos intervalos testados. Conclusão: Tanto o protocolo utilizado de CVM, quanto o protocolo utilizado de CVM+VM não foram suficientes para aumentar o desempenho anaeróbio de atletas bem treinados de Mountain Bike em sprints de 15-s, entretanto, a individualização da carga ótima de resistência demonstrou ser de suma importância para identificação de valores máximos em testes anaeróbios. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ciências do Esporte |