Erros e eventos adversos não infecciosos relacionados a assistência em terapia intensiva neonatal: epidemiologia e sua associação com sepse primaria laboratorial
| dc.creator | Tania Moreira Grillo Pedrosa | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T02:45:34Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:03:35Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T02:45:34Z | |
| dc.date.issued | 2009-02-13 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECJS-7T6H62 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Infecção hospitalar | |
| dc.subject | Sepse | |
| dc.subject | Terapia intensiva neonatal | |
| dc.subject | Erros médicos/efeitos adversos | |
| dc.subject | Análise de sobrevida | |
| dc.subject | Estudos de coortes | |
| dc.subject | Medicina tropical | |
| dc.subject | Epidemiologia descritiva | |
| dc.subject | Recém-nascido | |
| dc.subject | Pediatria | |
| dc.subject.other | Infecção hospitalar | |
| dc.subject.other | Terapia intensiva nronatal | |
| dc.subject.other | Assistência | |
| dc.subject.other | Neonato | |
| dc.subject.other | Evendo adverso | |
| dc.title | Erros e eventos adversos não infecciosos relacionados a assistência em terapia intensiva neonatal: epidemiologia e sua associação com sepse primaria laboratorial | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Renato Camargos Couto | |
| local.contributor.referee1 | Antonio Luiz Pinho Ribeiro | |
| local.contributor.referee1 | Carlos Mauricio de F Antunes | |
| local.contributor.referee1 | Maria Terezinha Carneiro Leão | |
| local.contributor.referee1 | Denise Schout | |
| local.description.resumo | RESUMOOBJETIVOS: O objetivo principal da pesquisa foi analisar a existência ou não de associação entre os erros/eventos adversos não infecciosos (EANI) relacionados à assistência e a sepse primária laboratorial (SPSL) na população neonatal em terapia intensiva. O objetivo secundário foi a determinação do perfil epidemiológico destes erros/eventos adversos não infecciosos. METODOLOGIA: Estudo observacional, de coorte histórica. População de recém-nascidos consecutivamente admitidos em unidades de terapia intensiva neonatais, entre janeiro/02 e dezembro/05. As variáveis analisadas foram peso de nascimento, idade gestacional, permanência no CTI, uso e tempo de uso de ventilação mecânica (VM) e de cateter vascular central (CVC), erros/eventos adversos não infecciosos e infecciosos e óbito. Na análise descritiva foram utilizados os testes t de Student para variáveis contínuas e o qui-quadrado de Pearson para variáveis categóricas; teste de Bonferroni para comparar as diferenças entre as médias; e Kaplan-Meier para verificar as diferenças no tempo de sobrevida de pacientes e sua associação com o peso. Para verificar a associação entre os erros/eventos não infecciosos selecionados com a sepse primária laboratorial, foi realizada a análise de sobrevida utilizando-se o Kaplan-Meir na análise univariada e o modelo de Regressão de Cox para a análise multivariada. RESULTADOS: Foram 1895 pacientes incluídos na seleção final, com peso de nascimento médio de 2271,33 g (mediana 1745,00 g) e idade gestacional média de 35,10 semanas (mediana 33 semanas). Do total da amostra, 559 (29,5%) apresentaram EANI, com maior freqüência nos RN 1500 g (p=0,001). A densidade de incidência de todos os EANI detectados foi 35,19 eventos/1000 pacientes-dia. Mais de 75% dos eventos foram relacionados com os procedimentos invasivos CVC (44,65%) e VM (32,43%). A densidade de incidência de eventos infecciosos foi 26,04 /1000 pacientes-dia. A SPSL foi a infecção mais freqüente (33% do total de eventos), e mais comum nos RN 1500 g (p<0,0001), com densidade de incidência de 8,56 SPSL/1000 pacientes-dia. Na Regressão de Cox as variáveis independentes que se mostraram como fatores de risco para o desenvolvimento de SPSL foram o peso de nascimento 1500 g (p=0,000) e o EANI relacionado à VM (p=0,037). CONCLUSÕES: Os EANI relacionados à VM, assim como o peso de nascimento 1500 g, foram fatores de risco independentes para a sepse primária laboratorial nesta população neonatal. A hipóxia secundária aos EANI relacionados à VM pode ser o mecanismo de desencadeamento da SPSL, através do fenômeno da translocação microbiana intestinal. Portanto, a prevenção destes eventos deve ser parte das ações para prevenção da SPSL nesta população. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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