Geochemistry and sedimentary provenance of the Upper Cretaceous Uberaba Formation (Southeastern Triângulo Mineiro, MG, Brazil)
Carregando...
Data
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Artigo de periódico
Título alternativo
Geoquímica e proveniência sedimentar da Formação Uberaba (sudeste do Triângulo Mineiro, MG)
Primeiro orientador
Membros da banca
Resumo
The campanian Uberaba Formation, which crops out
around the homonymous town, is composed of greenish lithic sandstones and conglomerates with possible volcanoclastic contribution.
In this unit, heavy minerals such as ilmenite, garnet, perovskite and
magnetite, besides clinopyroxene, plagioclase, quartz, calcite and
apatite, are found. The Uberaba Formation geochemistry is marked
by high grades of Ba, Ta, La, Nb and Th, with flat (no Eu anomaly)
and highly fractionated (LaN/YbN = ca. 128) chondrite-normalized
rare earth elements. Mineral chemistry analyses of detrital garnets
from the Uberaba Formation indicate the predominance of chorlomite with an affinity to crustal garnets (G3). The sedimentary
provenance of the Uberaba Formation corresponds to a mixing of
materials from the alkaline districts of the Alto Paranaíba and from
the erosion of the Serra Geral Formation and the Canastra and Araxá
groups. Diamond-producing conglomerates which crop out nearby,
in Romaria, were considered by some authors as correlated to the
Uberaba Formation. However, the composition of garnets recovered
from those conglomerates is different, plotting in the field of mantle
garnets (G9/G10). We consider, then, that those units are not correlated, and that the Uberaba Formation is not a possible source for the
alluvial diamonds found in the homonymous river.
Abstract
A Formação Uberaba, de idade campaniana e ocorrência
restrita à região da cidade homônima, é composta de arenitos líticos e
conglomerados de cor esverdeada, com possível contribuição vulcanoclástica. Nessa unidade ocorrem minerais pesados como ilmenita, granada, perovskita e magnetita, além de clinopiroxênio, plagioclásio, quartzo,
calcita e apatita. A Formação Uberaba é marcada geoquimicamente por
altos teores em Ba, Ta, La, Nb e Th, com padrões de elementos terras raras
normalizados ao condrito fortemente fracionados (LaN/YbN = ca. 128) e
planos (sem anomalia de Eu). Análises de química mineral das granadas
detríticas da Formação Uberaba indicam predominância de chorlomita
com afinidade com granadas crustais (G3). A proveniência sedimentar
da Formação Uberaba corresponde a uma mistura de materiais de distritos alcalinos do Alto Paranaíba e derivados da erosão da Formação Serra
Geral e dos grupos Canastra e Araxá. Os conglomerados produtores de
diamante que ocorrem proximamente, em Romaria, foram considerados
por alguns autores como correlatos à Formação Uberaba, porém a composição das granadas retiradas desses conglomerados é bastante diferente,
plotando no campo de granadas mantélicas (G9/G10). Descarta-se, dessa
forma, correlação entre essas duas unidades, e a Formação Uberaba, portanto, não é uma fonte provável dos diamantes aluvionares encontrados
no rio homônimo.
Assunto
Geologia Estrutural, Magmatismo, Sedimentação e Depósitos, Geoquímica
Palavras-chave
Geology, Structural, Magmatism, Sedimentation and deposition, Geochemistry
Citação
Departamento
Curso
Endereço externo
https://www.scielo.br/j/bjgeo/a/XxDYmDckXLgN9MWQg9fG3Wx/abstract/?lang=en