Geochemistry and sedimentary provenance of the Upper Cretaceous Uberaba Formation (Southeastern Triângulo Mineiro, MG, Brazil)

dc.creatorDennis Arthuso Quintão
dc.creatorFabrício de Andrade Caxito
dc.creatorJoachim Karfunkel
dc.creatorFlorence Rodrigues Vieira
dc.creatorHildor José Seer
dc.creatorLúcia Castanheira de Moraes
dc.creatorLuiz Carlos Borges Ribeiro
dc.creatorAntônio Carlos Pedrosa Soares
dc.date.accessioned2024-09-10T19:02:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:14:57Z
dc.date.available2024-09-10T19:02:47Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractA Formação Uberaba, de idade campaniana e ocorrência restrita à região da cidade homônima, é composta de arenitos líticos e conglomerados de cor esverdeada, com possível contribuição vulcanoclástica. Nessa unidade ocorrem minerais pesados como ilmenita, granada, perovskita e magnetita, além de clinopiroxênio, plagioclásio, quartzo, calcita e apatita. A Formação Uberaba é marcada geoquimicamente por altos teores em Ba, Ta, La, Nb e Th, com padrões de elementos terras raras normalizados ao condrito fortemente fracionados (LaN/YbN = ca. 128) e planos (sem anomalia de Eu). Análises de química mineral das granadas detríticas da Formação Uberaba indicam predominância de chorlomita com afinidade com granadas crustais (G3). A proveniência sedimentar da Formação Uberaba corresponde a uma mistura de materiais de distritos alcalinos do Alto Paranaíba e derivados da erosão da Formação Serra Geral e dos grupos Canastra e Araxá. Os conglomerados produtores de diamante que ocorrem proximamente, em Romaria, foram considerados por alguns autores como correlatos à Formação Uberaba, porém a composição das granadas retiradas desses conglomerados é bastante diferente, plotando no campo de granadas mantélicas (G9/G10). Descarta-se, dessa forma, correlação entre essas duas unidades, e a Formação Uberaba, portanto, não é uma fonte provável dos diamantes aluvionares encontrados no rio homônimo.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/2317-4889201720170032
dc.identifier.issn23174889
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/76208
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Geology
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGeologia Estrutural
dc.subjectMagmatismo
dc.subjectSedimentação e Depósitos
dc.subjectGeoquímica
dc.subject.otherGeology, Structural
dc.subject.otherMagmatism
dc.subject.otherSedimentation and deposition
dc.subject.otherGeochemistry
dc.titleGeochemistry and sedimentary provenance of the Upper Cretaceous Uberaba Formation (Southeastern Triângulo Mineiro, MG, Brazil)
dc.title.alternativeGeoquímica e proveniência sedimentar da Formação Uberaba (sudeste do Triângulo Mineiro, MG)
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage182
local.citation.issue2
local.citation.spage159
local.citation.volume47
local.description.resumoThe campanian Uberaba Formation, which crops out around the homonymous town, is composed of greenish lithic sandstones and conglomerates with possible volcanoclastic contribution. In this unit, heavy minerals such as ilmenite, garnet, perovskite and magnetite, besides clinopyroxene, plagioclase, quartz, calcite and apatite, are found. The Uberaba Formation geochemistry is marked by high grades of Ba, Ta, La, Nb and Th, with flat (no Eu anomaly) and highly fractionated (LaN/YbN = ca. 128) chondrite-normalized rare earth elements. Mineral chemistry analyses of detrital garnets from the Uberaba Formation indicate the predominance of chorlomite with an affinity to crustal garnets (G3). The sedimentary provenance of the Uberaba Formation corresponds to a mixing of materials from the alkaline districts of the Alto Paranaíba and from the erosion of the Serra Geral Formation and the Canastra and Araxá groups. Diamond-producing conglomerates which crop out nearby, in Romaria, were considered by some authors as correlated to the Uberaba Formation. However, the composition of garnets recovered from those conglomerates is different, plotting in the field of mantle garnets (G9/G10). We consider, then, that those units are not correlated, and that the Uberaba Formation is not a possible source for the alluvial diamonds found in the homonymous river.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/bjgeo/a/XxDYmDckXLgN9MWQg9fG3Wx/abstract/?lang=en

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