Máquina viva, máquina inteligente. arte, magia e ciência para além do monstro.

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

Este ensaio pretende explorar a hipótese de que haveria subjacente à indistinção criada na figura do monstro de Frankenstein, entre o humano e não-humano, um princípio mimético que embora não necessariamente implique o monstruoso, foi a ele associado. Entender que algo que imita a perfeição de um ser humano, em todas as suas características, sobretudo linguísticas, seria um ser humano, ou seja, ter a imitação como critério para se definir o humano, é colocado em questão no romance de Mary Shelley.

Abstract

This essay intends to explore the hypothesis that there would be in the indistinction created in the figure of the monster of Frankenstein, between the human and nonhuman, a mimetic principle that, although does not imply necessarily the monstrous, was associated with it. In Mary Shelley’s novel, there is a question about how to understand that something that imitates a human being, in all its characteristics, especially linguistic, would be a human being, that is, a question about taking the imitation as a criterion for defining the human.

Assunto

Frankenstein (Personagem fictício), Magia

Palavras-chave

Monstro, Autômato, Máquina, Frankenstein, Magia, Graça

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https://revistas.ufpr.br/petfilo/article/view/65848/38024

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