O juízo dos libertos: bacharéis da corte, escravidão e campo jurídico no Segundo Reinado (1850-1871)
| dc.creator | Daniel Carvalho Ferreira | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T19:33:10Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:52:10Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T19:33:10Z | |
| dc.date.issued | 2016-07-29 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-ASJFUA | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Direito | |
| dc.subject | Escravos Emancipação Brasil | |
| dc.subject | Brasil História Imperio | |
| dc.subject.other | Direito | |
| dc.title | O juízo dos libertos: bacharéis da corte, escravidão e campo jurídico no Segundo Reinado (1850-1871) | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Maria Fernanda Salcedo Repoles | |
| local.contributor.referee1 | Giordano Bruno Soares Roberto | |
| local.contributor.referee1 | Ricardo Sontag | |
| local.contributor.referee1 | Ricardo Marcelo Fonseca | |
| local.description.resumo | Nas últimas três décadas, a historiografia brasileira que trata do escravismo no período imperial vem recorrendo a fontes judiciais como via de acesso ao universo das relações cotidianas estabelecidas entre escravos, libertos, senhores e autoridades públicas. Os historiadores que consultaram esse tipo de documentação em virtude da insuficiência de fontes mais usuais como os documentos oficiais emitidos pelo Executivo e Legislativo e os jornais em registrar a voz de grupos marginalizados socialmente pretendiam, de acordo com as historiadoras Silva Lara e Joseli Mendonça, apreender a visão escrava da escravidão e entender como as ações dos escravos haviam contribuído para conformar as relações escravistas no Brasil1. As pesquisas que utilizaram essas fontes buscavam principalmente atribuir a escravos e libertos o status de agentes históricos ativamente engajados no processo de deslegitimação e desmantelamento do sistema escravista brasileiro. Esse esforço de redefinição do papel protagonista desempenhado por tais agentes se voltava contra a tese, bastante influente até a década de 1970, segundo a qual a violenta reificação imposta aos cativos e por eles incorporada, fenômeno constitutivo do sistema escravista de produção, definiria o processo de (de)formação identitária individual e social do ser escravo, cujo universo valorativo e vivencial teria sido estabelecido de forma heteronômica no interior das relações escravistas. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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