Retratos em abismo: poses e posses do diário de Maura Lopes Cançado

dc.creatorAnna Flavia Dias Salles
dc.date.accessioned2019-08-09T23:58:13Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:18:57Z
dc.date.available2019-08-09T23:58:13Z
dc.date.issued2017-05-26
dc.description.abstractThis paper discusses aspects of life and work of writer Maura Lopes Cançado focusing, first, on journalistic portraits (between 1954 and 2015) in which, in general, the condition of madness presides over their reception; and in critical portraits (articles, mentions in works and academic studies). In our analysis of the authors autobiographical work, Hospício é Deus, diário I, we focus her production as a self and literary portraitist, examining how, through conscious technical and creative effort, the author transcends the symbolic plastering of madness and emerges as a writer of Brazilian modernity.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/LETR-AQFPC6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDiários brasileiros História e crítica
dc.subjectEscritoras brasileiras Biografia
dc.subjectLoucura na literatura
dc.subjectCançado, Maura Lopes , 1930-1993 Hospício é Deus Crítica e interpretação
dc.subject.otherdiário de escritor
dc.subject.otherMaura Lopes Cançado
dc.subject.otherautorretratos literários
dc.subject.otherloucura
dc.subject.otherretratos literários
dc.titleRetratos em abismo: poses e posses do diário de Maura Lopes Cançado
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Juliana Gambogi Teixeira
local.contributor.referee1Maria Luisa Scaramella
local.contributor.referee1Myriam Correa de Araujo Avila
local.description.resumoEsta dissertação aborda aspectos da vida e da obra da escritora Maura Lopes Cançado fixados, primeiramente, em retratos jornalísticos (entre 1954 e 2015) nos quais, em geral, a condição da loucura preside à sua recepção; e em retratos de crítica (artigos, menções em obras e estudos acadêmicos). Em nossa análise de sua obra autobiográfica, Hospício é Deus, diário I, enfocamos, ainda, sua produção como autorretratista e retratista literária, examinando como, por meio de esforço técnico e criativo consciente, a autora supera o engessamento simbólico da loucura e desponta como escritora da modernidade brasileira.
local.publisher.initialsUFMG

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