Utilização da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar para o sistema de vigilância em saúde dos adolescentes brasileiros

dc.creatorAlan Cristian Marinho Ferreira
dc.date.accessioned2023-03-21T14:19:30Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:55:22Z
dc.date.available2023-03-21T14:19:30Z
dc.date.issued2022-12-20
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51079
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectVigilância em Saúde Pública
dc.subjectAdolescente
dc.subjectFatores de Risco
dc.subjectFatores de Proteção
dc.subjectServiços de Saúde Escolar
dc.subject.otherVigilância em saúde
dc.subject.otherAdolescência
dc.subject.otherFator de risco
dc.subject.otherFator de proteção
dc.subject.otherPesquisa Nacional de Saúde do Escolar
dc.titleUtilização da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar para o sistema de vigilância em saúde dos adolescentes brasileiros
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Alanna Gomes da Silva
local.contributor.advisor-co1http://lattes.cnpq.br/8503437006348504
local.contributor.advisor1Deborah Carvalho Malta
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3261263738543724
local.contributor.referee1Max Moura de Oliveira
local.contributor.referee1Mariana Santos Felisbino Mendes
local.contributor.referee1Alexandra Dias Moreira
local.contributor.referee1Crizian Saar Gomes
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9066695065712723
local.description.embargo2024-12-20
local.description.resumoA adolescência é marcada por complexas transformações biopsicossociais influenciadas por fatores como vulnerabilidades sociais e pobreza. Comumente ocorre nessa fase a adoção de comportamentos de risco para a saúde. O sistema de vigilância em saúde do Brasil conta com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) que investiga comportamentos e aspectos de saúde dos adolescentes. Esse estudo objetivou analisar a utilização da PeNSE para o sistema de vigilância em saúde dos adolescentes brasileiros. Trata-se de uma pesquisa avaliativa, dividida em três passos metodológicos: no primeiro, realizou-se uma revisão bibliométrica norteada pela pergunta “quais as produções científicas que utilizaram os resultados da PeNSE como fonte de dados?”; no segundo, avaliou-se o questionário do aluno utilizado pela PeNSE e seus livros de resultados de cada edição divulgados pelo IBGE, além do questionário do aluno utilizado pelo GSHS. Analisaram-se as mudanças relacionadas à amostra, representatividade e desagregação da PeNSE e avaliação dos módulos temáticos e total de questões que os compunham, na pesquisa brasileira e no GSHS. Avaliaram-se as alterações ocorridas nas perguntas e no percentual de similaridade entre edições da PeNSE, bem como sua comparabilidade com o GSHS. No terceiro passo estimaram-se as prevalências e o intervalo de confiança de 95% para indicadores de alimentação, atividade física e uso de drogas, com dados da PeNSE 2015 (amostra 2) e 2019. Os resultados mostraram que 131 estudos utilizaram a PeNSE como fonte de dados, o maior número de publicações ocorreu em 2018 (n=29), em português (n=60) e a Universidade Federal de Minas Gerais a principal instituição de vinculação dos autores. A PeNSE apresentou mudanças em sua amostra, representatividade, desagregação, módulos temáticos e quantidade de perguntas que compunham o questionário do aluno. Em 2009 contou com 108 questões, passando para 158 em 2019. A PeNSE 2019 apresentou módulos temáticos parcialmente comparáveis à edição de 2015, como o módulo de saúde mental (33% similar) e também módulos totalmente incomparáveis como os módulos “Asma” e “Peso e Altura”, ambos com similaridade igual a 0%. Em 2015 apresentou 10 módulos comparáveis ao GSHS, reduzindo para cinco em 2019. Quanto à distribuição dos fatores de risco e proteção para a saúde, observaram-se as seguintes prevalências: 26,9% consumiam frutas frescas ou salada de frutas; 28,8% consumiam verduras e legumes; 97,3%, ultraprocessados; 17,2% bebiam refrigerante; 28,3% praticavam atividade física; 53,1% apresentaram sedentarismo; 26,9% experimentaram Narguilé e 16,8% cigarro eletrônico; 6,8% eram tabagistas e 28,1% etilistas ativos; 5,2% usaram drogas ilícitas nos 30 dias anteriores à pesquisa. Entre 2015 e 2019 houve redução do consumo de frutas frescas; verduras e legumes; refrigerante; guloseimas doces e prática de atividade física, além do aumento da embriaguez. Os achados deste estudo evidenciam a importância da PeNSE para o sistema de vigilância em saúde dos adolescentes, caracterizando-a como fonte de dados de diversas pesquisas realizadas, no entanto, mudanças em sua estrutura e questionário do aluno comprometem o uso de seus resultados, sobretudo na realização de comparações. Ainda assim, a PeNSE consolidou-se como o principal componente do sistema de vigilância em saúde dos adolescentes brasileiros, fornecendo dados que permitem nortear ações e políticas de promoção e proteção da saúde desse grupo populacional.
local.identifier.orcid0000-0001-7025-5402
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagem

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