Associações entre o ambiente construído, segurança da vizinhança e características familiares e a obesidade entre escolares de 9-10 anos de idade.

dc.creatorAriene Silva do Carmo
dc.date.accessioned2022-01-25T18:37:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:09:30Z
dc.date.available2022-01-25T18:37:11Z
dc.date.issued2020-02-10
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39175
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/pt/
dc.subjectAmbiente Construído
dc.subjectCaracterísticas de Residência
dc.subjectSegurança
dc.subjectRelações Familiares
dc.subjectObesidade Pediátrica/epidemiologia
dc.subjectPrevenção de Doenças
dc.subjectEstudos Transversais
dc.subject.otherAmbiente Construído
dc.subject.otherVizinhança
dc.subject.otherSegurança
dc.subject.otherAmbiente familiar
dc.subject.otherPais
dc.subject.otherObesidade Infantil
dc.titleAssociações entre o ambiente construído, segurança da vizinhança e características familiares e a obesidade entre escolares de 9-10 anos de idade.
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Larissa Loures Mendes
local.contributor.advisor1Luana Caroline dos Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0458708740546057
local.contributor.referee1Waleska Teixeira Caiaffa
local.contributor.referee1Milene Cristine Pessoa
local.contributor.referee1Adriana Lúcia Meireles
local.contributor.referee1Letícia de Oliveira Cardoso
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8634950985711897
local.description.resumoIntrodução: A compreensão dos fatores determinantes da obesidade infantil é de fundamental importância para a elaboração de estratégias que visem combater esta epidemia. Poucos estudos buscaram avaliar o efeito combinado do ambiente construído e segurança da vizinhança e associações segundo potenciais moderadores da relação dos fatores ambientais e a obesidade, bem como as inter-relações entre as características familiares, individuais e a obesidade infantil. Objetivos: Investigar a associação entre fatores do ambiente de atividade física e alimentar comunitário, segurança da vizinhança e características familiares e a obesidade entre escolares de 9-10 anos de idade. Métodos: Estudo transversal com uma amostra probabilística de crianças do 4o da rede municipal e suas respectivas mães/responsáveis de uma capital do sudeste brasileiro. Foram aferidos o peso e altura das crianças e consideradas com obesidade aquelas com Índice de Massa Corporal por idade superior ao escore z +2. Para o Artigo 1, considerando o buffer euclidiano de 1000 metros no entorno residencial da criança, foram avaliadas as seguintes medidas objetivas do ambiente: insegurança da vizinhança (taxa anual de criminalidade e de acidentes de trânsito), disponibilidade de parques e espaços desportivos públicos e o índice de estabelecimentos de venda predominante de ultraprocessados. A associações entre as variáveis contextuais e a obesidade infantil foram estimadas por meio dos modelos de Equações de Estimações Generalizadas. Para o Artigo 2, foram utilizadas as informações de consumo de ultraprocessados coletados presencialmente com as crianças e aquelas obtidas por contato telefônico com as mães/responsáveis: dados socioeconômicos, o peso e altura autorreferidos, tempo de tela deles e da criança, consumo de ultraprocessados e percepção sobre aspectos da segurança da vizinhança e ambiente construído. Modelo híbrido de equações estruturais foi utilizado para testar os efeitos diretos e indiretos das variáveis na obesidade infantil. Resultados: Artigo 1: Foram avaliados 717 escolares, 12,2% com obesidade. A variável latente do ambiente obesogênico (deduzidas pelas taxas de insegurança do ambiente e índice de estabelecimentos de venda predominantemente de ultraprocessados) foi um fator de risco para a obesidade infantil somente entre as crianças com menor rendimento econômico (OR: 2,37; IC 95%: 1,06-5,19). Os parques e equipamentos desportivos públicos só foram protetores contra a obesidade infantil em regiões mais seguras (OR: 0,30; IC 95%: 0,09-0,94). Artigo 2: Na subamostra, que incluiu as mães ou responsáveis pela criança (n=322), observou-se que 12,8% das crianças apresentavam obesidade. A variável latente “nível socioeconômico (NSE)” (β=0,316, p<0,001) e a obesidade entre as mães/ responsáveis pelo cuidado (β=0,373, p<0,001) se associaram positivamente com a obesidade entre os escolares. A análise de efeitos indiretos mostrou que o NSE e os próprios hábitos das mães/responsáveis (tempo de tela e consumo de ultraprocessados) influenciaram positivamente a obesidade infantil, tendo a obesidade entre os cuidadores como mediador comum de ambas as associações. Conclusão: Os resultados reforçam a importância das recomendações sobre políticas e estratégias que visem reveter a natureza obesogência do ambiente, bem como o envolvimento dos pais em intervenções educativas. Tais medidas são essenciais para a prevenção da obesidade infantil.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Saúde da Criança e do Adolescente

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