A post-keynesian critique on mainstream financial education

dc.creatorFernando Batista Pereira
dc.creatorAnderson Tadeu Marques Cavalcante
dc.creatorMarco Crocco
dc.date.accessioned2025-01-07T18:41:34Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:53:21Z
dc.date.available2025-01-07T18:41:34Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractA educação financeira tem atraído cada vez mais atenção de governos, think tanks e instituições internacionais nos últimos anos. No entanto, as políticas e práticas predominantes no campo geralmente assumem uma estrutura analítica muito estreita. Este artigo analisa propostas de políticas de educação financeira a partir de uma perspectiva teórica pós-keynesiana. A maioria das práticas assume que a educação financeira, ao transferir conhecimento e informação para as pessoas, promove a capacidade financeira, melhorando as decisões individuais. Nossa análise mostra, no entanto, que um desrespeito aos elementos básicos relacionados ao funcionamento do sistema financeiro, como a incerteza e os ciclos financeiros de Minsky, pode comprometer qualquer decisão financeira. A conclusão é que as políticas de educação financeira exigem o reconhecimento do ambiente incerto e desequilibrado no qual as decisões financeiras são tomadas e não podem ser restritas apenas à qualificação de indivíduos
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.33834/bkr.v9i2.290
dc.identifier.issn2446-8509
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79070
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBrazilian Keynesian Review
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEconomia
dc.subject.otherFinancial education
dc.subject.otherFinancial capability
dc.subject.otherFundamental uncertainty
dc.subject.otherMinsky cycle
dc.subject.otherMainstream approach
dc.subject.otherPost-Keynesian approach
dc.titleA post-keynesian critique on mainstream financial education
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage207
local.citation.issue2
local.citation.spage179
local.citation.volume9
local.description.resumoFinancial education has attracted increased attention from governments, think tanks and international institutions in the past years. Nonetheless, the prevalent policies and practices in the field usually assume a very narrow analytical framework. This pap er analyses financial education policy proposals from a post-Keynesian theoretical perspective. Most practices assume that financial education, by transferring knowledge and information to people, promotes financial capability, improving individual decisio ns. Our analysis shows, however, that a disregard for basic elements related to the functioning of the financial system, such as uncertainty and Minsky’s financial cycles, may compromise any financial decision. The conclusion is that financial education policies require the acknowledgement of the uncertain and imbalanced environment in which the financial decisions are made and cannot be restricted solely to the qualification of individuals
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://bkr.emnuvens.com.br/BKR/article/view/290/208

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