O romance como epopéia de uma era: um estudo do romance Angústia, de Graciliano Ramos

dc.creatorRosa Lucia Miguel Fontes
dc.date.accessioned2019-08-10T02:50:44Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:02:58Z
dc.date.available2019-08-10T02:50:44Z
dc.date.issued2010-09-24
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/LETR-89PK4H
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHeróis na literatura
dc.subjectNarrativa (Retórica)
dc.subjectIronia na literatura
dc.subjectLukács, György, 1885-1971 Teoria do romance Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura brasileira Séc XIX/XX Aspectos sociais
dc.subjectLiteratura e história
dc.subjectRamos, Graciliano, 1892-1953 Angústia Crítica e interpretação
dc.subjectEspaço e tempo na literatura
dc.subject.otherromance
dc.subject.otherherói problemático
dc.subject.othernarrativa
dc.subject.otherGraciliano Ramos
dc.titleO romance como epopéia de uma era: um estudo do romance Angústia, de Graciliano Ramos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Gunther Herwig Augustin
local.contributor.referee1Elcio Loureiro Cornelsen
local.contributor.referee1Carlos Magno Santos Gomes
local.description.resumoEsta dissertação procura investigar o romance Angústia, como gênero moderno, dentro de uma perspectiva analítica, reflexiva e histórica, a começar pela constituição do herói problemático, representando seu tempo e seu espaço. A base teórica desta pesquisa é a concepção do romance expressa na Teoria do Romance, de Lukács. Para o teórico, o romance surge da dissolução da narrativa medieval e somente no século XIX ele se confirma como forma típica da consciência burguesa da literatura, expressando seus dilemas e dando nova e moderna configuração ao gênero. O romance Angústia não trata apenas sobre a história de um herói problemático, mas sobre o seu contexto histórico problemático, isto é, o tempo e a sociedade do Brasil da época. Luís da Silva representa a sociedade moderna e seu destino é imposto por determinações sociais, pessoais, familiares e políticas, bem como as concepções de tempo e espaço e, também, a relação do escritor no seu ato criador - ironia - como 'intenção normativa do romance' que traz subjacente à narrativa a perspectiva do autor como traço biográfico.
local.publisher.initialsUFMG

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