Existência e multiplicidade de solução para uma classe de equações elípticas quaselineares sobre R com perturbação

dc.creatorMaria Jose Alves
dc.date.accessioned2019-08-12T08:29:43Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:24:42Z
dc.date.available2019-08-12T08:29:43Z
dc.date.issued2008-03-07
dc.description.abstractThis paper is concerned with the existence of one positive solution ( in the homogeneous case ) and of two positive solutions ( in the nonhomogeneous case )for a class of quasilinear elliptic equations in R involving the p-Laplacian, with a non autonomous
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/EABA-7EMUJ4
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMatemática
dc.subjectEquações diferenciais elipticas
dc.subjectPerturbação (Matematica)
dc.subject.othermétodo variacional
dc.subject.otherPerturbação não autônoma
dc.subject.otherequação de Schrödinger
dc.subject.otherp-Laplaciano
dc.titleExistência e multiplicidade de solução para uma classe de equações elípticas quaselineares sobre R com perturbação
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Paulo Cesar Carrião
local.contributor.advisor1Olimpio Hiroshi Miyagaki
local.contributor.referee1Paulo Cesar Carrião
local.contributor.referee1Jesus Carlos da Mota
local.contributor.referee1Daniel Cordeiro Morais Filho
local.contributor.referee1Emerson Alves Mendonça de Abreu
local.contributor.referee1Gastao de Almeida Braga
local.description.resumoNeste trabalho estamos interessados em obter um resultado de existência de pelo menos uma solução positiva (no caso homogêneo) e de duas soluções positivas (no caso não homogêneo) para uma classe de equações elípticas quase lineares em R envolvendo o operador p-Laplaciano, com uma perturbação não autônoma. O resultado de existência de solução do caso homogêneo é obtida como sendo ummínimo na variedade de Nehari. Para o caso não homogêneo, a primeira solução é obtida como sendo um mínimo local em uma vizinhança da origem e a segunda solução por argumentos do passo da montanha. Este problema é complexo pelo fato do operador não ser linear e de estarmos trabalhando em um sub-espaço de Banach de W1;p(R). Devido a este fato, tivemos de provar a convergência q. t. p. em R da sequência dos gradientes .
local.publisher.initialsUFMG

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