Juventude e criminalidade: contribuições e apontamentos da teoria do controle social
| dc.creator | Emanuelle Lopes Miranda | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T16:42:45Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:53:19Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T16:42:45Z | |
| dc.date.issued | 2010-11-23 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-9BDH68 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Controle social | |
| dc.subject | Conduta criminosa Previsão | |
| dc.subject | Brasil[Estatuto da criança e do adolescente (1990)] | |
| dc.subject | Assistência a menores | |
| dc.subject | Segurança pública | |
| dc.subject | Correção juvenvil | |
| dc.subject.other | Teoria do controle social | |
| dc.subject.other | Adolescentes autores de ato | |
| dc.subject.other | Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional | |
| dc.subject.other | Estatuto da Criança e do Adolescente | |
| dc.subject.other | Medidas socioeducativas | |
| dc.subject.other | Criminalidade juvenil | |
| dc.subject.other | infracional | |
| dc.title | Juventude e criminalidade: contribuições e apontamentos da teoria do controle social | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Frederico Couto Marinho | |
| local.contributor.referee1 | Robson Sávio Reis Souza | |
| local.description.resumo | O objetivo principal deste trabalho é analisar e compreender os fatores que contribuem para o ingresso de adolescentes à prática infracional sob o olhar das teorias sociológicas da criminalidade. Através da base de dados do CIA/BH Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional de Belo Horizonte buscou-se operacionalizar a hipótese central da Teoria do Controle Social (Hirschi, 1969) que define que a gênese da delinqüência juvenil resulta do enfraquecimento dos laços sociais, estando assim pouco atrelados aos controles normativos que impeçam o comportamento desviante. A partir desta perspectiva de que a criminalidade juvenil está relacionada a problemas de vinculação social do jovem às instituições como a escola, a família, a religião e trabalho pode-se deduzir que a vinculação social frágil e/ou insuficiente dos adolescentes às agências socializadoras e de controle contribui para a adoção de comportamentos desviantes? O cometimento de atos infracionais estaria relacionado a uma falha ou inexistência de controles sociais que impeçam tal comportamento? A análise dos dados do CIA/BH confirma as proposições da Teoria do Controle Social ao se observar que os laços sociais com a escola, trabalho, grupos e atividades dos adolescentes que cometeram ato infracional estão enfraquecidos. Os dados revelam também que a grande maioria dos adolescentes atendidos no CIA/BH é do sexo masculino com idade entre 12 e 20 anos, sendo que a faixa etária na qual se concentra maior percentual de adolescentes é de 15 anos a 17 anos. A maioria dos adolescentes cometeu atos infracionais relacionados ao tráfico dedrogas, que tem representado uma das principais preocupações e foco das intervenções direcionadas à segurança pública no país. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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