Efficacy of an anticoagulation clinic in low-income brazilian patients with heart disease: a randomized clinical trial
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Eficácia de uma clínica de anticoagulação em pacientes brasileiros de baixa renda com doença cardíaca: um ensaio clínico randomizado
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Resumo
Anticoagulation clinics (ACs) have a greater impact on anticoagulation control than usual
medical care (UMC). There is little evidence of the performance of AC in patients on warfarin living
in low and middle-income countries. We sought to investigate the efficacy and safety of an AC in
patients treated at a Brazilian public hospital. This was a randomized clinical trial that tested the
efficacy of a recently implemented AC, compared to UMC, in outpatients with heart disease. The
primary and secondary endpoints were time in the therapeutic range (TTR) and warfarin-related
complications, respectively. Overall, 280 patients were enrolled and randomly assigned to Group A:
one year at an AC (A1: first half-year; A2: second half-year); and Group B: first half-year receiving
UMC (B1) and second half-year being assisted at the AC (B2). The mean age was 56.8 ± 13.1 years,
and most patients were female (54.6%). Above 68% of patients had limited reading capability. A1
demonstrated greater TTR (62.4 ± 20.8%) than B1 (55.1 ± 28.5%) (p = 0.014). Group B improved TTR
from 55.1 ± 28.5% (B1) to 62.2 ± 23.1% (B2) (p = 0.008). Despite the underpowered analysis of safety,
A1 exhibited a lower incidence rate (IR) per patient-year (p-y) of total bleeding than B1 (incidence
rate ratio (IRR): 0.78; p = 0.041) and a reduction in intra-group comparisons (both groups: IRR 0.58;
p < 0.001). AC care helped increase TTR in a low-income setting showing favorable performance in a
distinct population of those evaluated by previous studies. Extending AC care to similar populations
may improve the outcomes of warfarin use
Abstract
As clínicas de anticoagulação (ACs) têm um impacto maior no controle da anticoagulação do que os cuidados médicos usuais (UMC). Há pouca evidência do desempenho do AC em pacientes em uso de varfarina que vivem
em países de baixa e média renda. Buscamos investigar a eficácia e a segurança de um AC em
pacientes tratados em um hospital público brasileiro. Este foi um ensaio clínico randomizado que testou a
eficácia de um AC recentemente implementado, em comparação ao UMC, em pacientes ambulatoriais com doença cardíaca. Os
desfechos primários e secundários foram tempo na faixa terapêutica (TTR) e complicações
relacionadas à varfarina, respectivamente. No geral, 280 pacientes foram inscritos e aleatoriamente designados para o Grupo A:
um ano em um AC (A1: primeiro semestre; A2: segundo semestre); e Grupo B: primeiro semestre recebendo
UMC (B1) e segundo semestre sendo assistido no AC (B2). A idade média foi de 56,8 ± 13,1 anos,
e a maioria dos pacientes era do sexo feminino (54,6%). Acima de 68% dos pacientes tinham capacidade de leitura limitada. A1
demonstrou maior TTR (62,4 ± 20,8%) do que B1 (55,1 ± 28,5%) (p = 0,014). O grupo B melhorou o TTR
de 55,1 ± 28,5% (B1) para 62,2 ± 23,1% (B2) (p = 0,008). Apesar da análise de segurança com baixo poder,
A1 exibiu uma menor taxa de incidência (IR) por paciente-ano (p-a) de sangramento total do que B1 (razão de
taxa de incidência (IRR): 0,78; p = 0,041) e uma redução nas comparações intragrupo (ambos os grupos: IRR 0,58;
p < 0,001). O tratamento com CA ajudou a aumentar o TTR em um ambiente de baixa renda, mostrando desempenho favorável em uma
população distinta daquelas avaliadas por estudos anteriores. Estender o tratamento de CA para populações semelhantes
pode melhorar os resultados do uso de varfarina
Assunto
Anticoagulantes, Tratamento Farmacológico, Hemorragia, Trombose
Palavras-chave
Anticoagulants, Drug Therapy, Hemorrhage, Thrombosis
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