Efficacy of an anticoagulation clinic in low-income brazilian patients with heart disease: a randomized clinical trial

dc.creatorMaria Auxiliadora Parreiras Martins
dc.creatorJoão Antonio de Queiroz Oliveira
dc.creatorDaniel Dias Ribeiro
dc.creatorCibele Comini César
dc.creatorVandack Alencar Nobre
dc.creatorDaniel Moore Freitas Palhares
dc.creatorManoel Otávio da Costa Rocha
dc.creatorAntonio Luiz Pinho Ribeiro
dc.date.accessioned2024-10-02T21:16:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:29:15Z
dc.date.available2024-10-02T21:16:33Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractAs clínicas de anticoagulação (ACs) têm um impacto maior no controle da anticoagulação do que os cuidados médicos usuais (UMC). Há pouca evidência do desempenho do AC em pacientes em uso de varfarina que vivem em países de baixa e média renda. Buscamos investigar a eficácia e a segurança de um AC em pacientes tratados em um hospital público brasileiro. Este foi um ensaio clínico randomizado que testou a eficácia de um AC recentemente implementado, em comparação ao UMC, em pacientes ambulatoriais com doença cardíaca. Os desfechos primários e secundários foram tempo na faixa terapêutica (TTR) e complicações relacionadas à varfarina, respectivamente. No geral, 280 pacientes foram inscritos e aleatoriamente designados para o Grupo A: um ano em um AC (A1: primeiro semestre; A2: segundo semestre); e Grupo B: primeiro semestre recebendo UMC (B1) e segundo semestre sendo assistido no AC (B2). A idade média foi de 56,8 ± 13,1 anos, e a maioria dos pacientes era do sexo feminino (54,6%). Acima de 68% dos pacientes tinham capacidade de leitura limitada. A1 demonstrou maior TTR (62,4 ± 20,8%) do que B1 (55,1 ± 28,5%) (p = 0,014). O grupo B melhorou o TTR de 55,1 ± 28,5% (B1) para 62,2 ± 23,1% (B2) (p = 0,008). Apesar da análise de segurança com baixo poder, A1 exibiu uma menor taxa de incidência (IR) por paciente-ano (p-a) de sangramento total do que B1 (razão de taxa de incidência (IRR): 0,78; p = 0,041) e uma redução nas comparações intragrupo (ambos os grupos: IRR 0,58; p < 0,001). O tratamento com CA ajudou a aumentar o TTR em um ambiente de baixa renda, mostrando desempenho favorável em uma população distinta daquelas avaliadas por estudos anteriores. Estender o tratamento de CA para populações semelhantes pode melhorar os resultados do uso de varfarina
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.3390/hemato4030018
dc.identifier.issn26736357
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77133
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofHemato
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnticoagulantes
dc.subjectTratamento Farmacológico
dc.subjectHemorragia
dc.subjectTrombose
dc.subject.otherAnticoagulants
dc.subject.otherDrug Therapy
dc.subject.otherHemorrhage
dc.subject.otherThrombosis
dc.titleEfficacy of an anticoagulation clinic in low-income brazilian patients with heart disease: a randomized clinical trial
dc.title.alternativeEficácia de uma clínica de anticoagulação em pacientes brasileiros de baixa renda com doença cardíaca: um ensaio clínico randomizado
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage239
local.citation.issue3
local.citation.spage227
local.citation.volume4
local.description.resumoAnticoagulation clinics (ACs) have a greater impact on anticoagulation control than usual medical care (UMC). There is little evidence of the performance of AC in patients on warfarin living in low and middle-income countries. We sought to investigate the efficacy and safety of an AC in patients treated at a Brazilian public hospital. This was a randomized clinical trial that tested the efficacy of a recently implemented AC, compared to UMC, in outpatients with heart disease. The primary and secondary endpoints were time in the therapeutic range (TTR) and warfarin-related complications, respectively. Overall, 280 patients were enrolled and randomly assigned to Group A: one year at an AC (A1: first half-year; A2: second half-year); and Group B: first half-year receiving UMC (B1) and second half-year being assisted at the AC (B2). The mean age was 56.8 ± 13.1 years, and most patients were female (54.6%). Above 68% of patients had limited reading capability. A1 demonstrated greater TTR (62.4 ± 20.8%) than B1 (55.1 ± 28.5%) (p = 0.014). Group B improved TTR from 55.1 ± 28.5% (B1) to 62.2 ± 23.1% (B2) (p = 0.008). Despite the underpowered analysis of safety, A1 exhibited a lower incidence rate (IR) per patient-year (p-y) of total bleeding than B1 (incidence rate ratio (IRR): 0.78; p = 0.041) and a reduction in intra-group comparisons (both groups: IRR 0.58; p < 0.001). AC care helped increase TTR in a low-income setting showing favorable performance in a distinct population of those evaluated by previous studies. Extending AC care to similar populations may improve the outcomes of warfarin use
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.mdpi.com/2673-6357/4/3/18

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