Gestão democrática, participação e autonomia da escola: formas de provimento ao cargo de diretor/gestor escolar

dc.creatorPatrícia Fernanda Pereira
dc.date.accessioned2023-06-07T11:59:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:17:49Z
dc.date.available2023-06-07T11:59:15Z
dc.date.issued2013-07-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/54634
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherGestão democrática
dc.subject.otherEleição de diretores
dc.subject.otherProjeto Político Pedagógico
dc.titleGestão democrática, participação e autonomia da escola: formas de provimento ao cargo de diretor/gestor escolar
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Gláucia de Fátima Silva
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9306017179500716
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5071458516234892
local.description.resumoO presente trabalho busca mostrar como o processo para provimento ao cargo de diretor escolar pode influenciar muito na forma de gestão adotada pela escola. Com a LDB, Lei de diretrizes e bases da educação brasileira, nº 9.394/96, a necessidade da implantação da gestão democrática veio à tona e, inclusive, tornou-se uma exigência para todas as escolas públicas do Brasil. Nessa perspectiva de gestão compartilhada e democratização das decisões, nada mais justo que o processo de provimento ao cargo de diretores seja também democrático, o que pode se dar através de eleições. Isso ainda não é uma realidade no Município de Ribeirão das Neves – MG, onde a forma de provimento ainda é a indicação política. Um diretor eleito por indicações de agentes políticos, na maioria dos casos, não consegue manter a escola a salvo de influências da política local, o que desvirtua a finalidade principal da escola, bem como todas as contribuições que a mesma abarca. A direção escolhida de forma não democrática tem maior dificuldade para envolver o grupo de trabalho nos processos democráticos da escola, como por exemplo, na construção, implantação e execução do Projeto Político Pedagógico, na maioria das vezes enfrentando forte resistência da comunidade escolar. A eleição de diretores por si só não resolve os problemas da escola, mas, esta forma de provimento somada a outras estratégias democráticas pode ser fundamental para o rompimento do ostracismo que habita o espaço escolar, transformando a escola em um verdadeiro cenário de democracia e construção coletiva do conhecimento.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Gestão Escolar

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